Para não ficar para trás do uso da Apple da tecnologia de reconhecimento de impressões digitais, presente no iPhone 5S, a Samsung está trabalhando com a possibilidade de incluir outro recurso de segurança avançado no Galaxy S5: reconhecimento de íris.
Pelo menos essa foi uma das sugestões feitas pelo executivo da empresa sul-coreana, Lee Young, em uma entrevista para a rede Bloomberg durante a feira de tecnologia CES 2014, que acontece nesta semana em Las Vegas.
Apesar de a Samsung ainda não estar comprometida em usar a tecnologia de escaneamento da íris do olho humano no aguardado Galaxy S5, a companhia está considerando essa possibilidade. “Muitas pessoas são fanáticas pela tecnologia de reconhecimento de íris. Não podemos realmente dizer se ela estará ou não no S5”, afirmou o executivo.
A Samsung já “brincou” com esse tipo de tecnologia no anterior Galaxy S4, que tinha tecnologia de rastreamento do olho. O recurso faz scroll de forma automática à medida que seus olhos se movem para baixo em uma página da web, ou pausa um vídeo quando você olha para longe da tela. Mas uma possível inclusão da tecnologia de reconhecimento de íris seria provavelmente usada como um recurso de segurança, de forma parecida com que a Apple fez com o o Touch ID no iPhone 5S.
Além disso, Lee também afirmou que a Samsung iria “voltar ao básico” com o Galaxy S5, focando em uma nova tela e uma capa para o aparelho. Muitos críticos pensam que o S4 era muito parecido ao antecessor S3 no visual e utilização.
É esperado que o novo Galaxy S5 seja lançado entre os meses de março e abril, em linhas com os lançamentos anteriores da linha de smartphones da Samsung.
Whitney e seus vizinhos querem estar na mesma rede, e compartilhar a mesma conexão de Internet.
Você pode fazer isso e, dependendo da posição geográfica da casa de vocês, o processo é relativamente fácil. Vou te dizer como fazer isso, mas também direi o porquê essa não é uma ideia tão boa assim.
Se o sinal de Wi-Fi do seu roteador é poderoso o suficiente para ser acessível em toda a casa do seu vizinho - ou se o sinal do roteador do seu vizinho é poderoso o suficiente para alcançar a sua casa - a logística é fácil. Tudo que você tem a fazer é compartilhar a senha do Wi-Fi.
E o sinal provavelmente é poderoso o suficiente se você vive em apartamentos adjacentes. Mas, em grandes casas independentes suburbanas, o sinal pode precisar de um impulso.
Mas não importa o quão longe o seu Wi -Fi alcança, há uma porção de boas razões para não compartilhar uma conexão.
Com mais pessoas usando a mesma conexão de Internet, é provável que você experimente um impacto no desempenho. Você pode ser capaz de corrigir este problema pagando mais por um serviço mais rápido, mas que iria cancelar algumas das economias que você ganha com o compartilhamento de uma conexão.
E há outras potenciais complicações. Sempre perder sua conexão com a Internet, e corrigir isso reiniciando o modem e o roteador? Você não pode fazer isso se o modem e o roteador estão na casa do seu vizinho e ele está de férias. Eles teriam que deixar uma chave com você.
O que traz à tona outra questão: o quanto você confia nos seus vizinhos? Afinal, você estará compartilhando uma rede com eles. Você protege suas redes Wi-Fi de estranhos por uma razão, e você precisa ter certeza de que os vizinhos não irão usar a sua rede contra você. Além do mais, as autoridades policiais podem confundir ??atividades online questionáveis do vizinho como sendo de sua autoria.
E, finalmente, se o seu provedor de Internet (ISP) descobrir sobre o seu pequeno acordo, ele não ficará feliz. As chances são de que tal prática viola o seu contrato de serviço. Antes de compartilhar a rede, leia o contrato com cuidado.
Um experimento da Universidade de Oxford, no Reino Unido, promete facilitar o uso de eletrônicos. Isso porque a instituição está desenvolvendo uma tecnologia que permite o envio de dados e o recarregamento de baterias sem a necessidade de conexão por cabos.
Por enquanto, foram desenvolvidos testes apenas com dispositivos de baixa potência, como celulares e câmeras. No entanto, os estudiosos da universidade acreditam que essa tecnologia também possa ser utilizada em equipamentos de maior escala, dispensando futuramente o uso de fios de transmissão de energia e dados.
De acordo com o pesquisador de Oxford, Chris Stevens, os dispositivos tem a capacidade de transmitir 3,5 gigabits (o que equivale a 448 megabytes) ou centenas de watts de potência por segundo. Além disso, ele afirma que a tecnologia tem potencial para aumentar a performance.
A invenção é composta por metamateriais, isto é, materiais sintéticos dotados de propriedades físicas que não são encontradas normalmente na natureza. Os componentes utilizados atuam como guias de ondas e superfícies de indução magnética, isto é, levam a energia e os dados até o aparelho.
A tecnologia pode ser implantada atrás da tela de um computador, por exemplo. A partir disso, o invento possibilitaria a recarga do aparelho, além de permitir conexões wireless com outros equipamentos, como teclados, mouses e câmeras. Isso dispensaria o uso de cabos USB, para enviar os dados, e de energia, para recarregar o equipamento.
O invento consiste em uma camada condutora modelada, que deve estar em contato com o aparelho que vai receber os dados ou a energia. Segundo o pesquisador, como a tecnologia tem pouca espessura, é possível adicioná-la a qualquer superfície, até mesmo em tecidos. Isso permitiria que aparelhos de uma sala de estar, como televisões, DVD players e rádios, sejam recarregados se a tecnologia estiver instalada sob o carpete ou o papel de parede.
Outro exemplo seria um carro elétrico que obteria energia por meio de um tapete localizado na garagem. A carga ocorreria cada vez que o veículo estacionasse sobre a peça. Stevens enfatiza ainda que o invento é menos danoso ao meio ambiente. Afinal, as tecnologias tradicionais são soldadas ou ligadas entre si, o que dificulta a desmontagem. O fato de o invento não ter fio facilita esse processo.
O dia 31 está próximo, é a hora de começar a pensar nas resoluções de Ano Novo. Um dos desejos mais comum nessa época é entrar em forma, ainda mais com a chegada do verão. Nesses momentos, a tecnologia pode dar uma mãozinha para organizar a alimentação e a rotina de exercícios. Conheça abaixo cinco apps que podem te ajudar a emagrecer:
MyFitnessPal
Disponibiliza dicas e recursos para quem está tentando perder peso. Para conhecer o número de calorias ou nutrientes de um alimento, é necessário informar dados sobre o produto ou identificar o código de barras. Também é possível calcular o teor nutricional de receitas culinárias e criar um arquivo de refeições. Equipado com um banco de dados com mais de 2 milhões de alimentos, o app permite a criação de dietas individuais ou juntamente com amigos. Além disso, o usuário também pode criar atividades físicas personalizadas ou acessar 350 sugestões pré-estabelecidas. É permitido ainda criar objetivos, controlar o peso, as medidas e a frequência cardíaca. Disponível em inglês e gratuito, o app é compatível com alguns modelos de Android, iOS 4.3, Blackberry OS 4.5 e Windows Phone 7 ou superiores.
GymPact
Indicado para quem precisa de um incentivo a mais para fazer exercícios. Com esse app, o usuário cria um pacto em que se compromete a realizar atividades físicas. Caso a pessoa não cumpra o combinado, uma multa é cobrada via cartão de crédito. Se a rotina for cumprida, o usuário ganha uma pequena quantia. Para realizar o controle, é necessário cadastrar os locais de exercício no app. Por meio de um sistema GPS, é verificado periodicamente se a pessoa está mesmo realizando as atividades. Adeptos de práticas ao ar livre, podem vincular o GymPact a um app de corridas, o RunKeeper. Disponível para download gratuito, o aplicativo é compatível exclusivamente com iOS (4.3 ou superior). Possui apenas versões em inglês e espanhol.
Visual Diário de Dieta
Além das tabelas de peso, esse aplicativo também permite gravar uma foto do próprio corpo. Com isso, é possível comparar a mudança visual ao longo da dieta por meio de sobreposições e pequenos vídeos. Disponível em português, o app também produz gráficos comparativos. O programa pode ser baixado gratuitamente e é compatível com iOS 5.O ou posterior.
NPT Boom
Possibilita a criação de um setlist especial para diversas atividades físicas, intercalando músicas e incentivos gravados por atletas e treinadores famosos. Primeiramente, o usuário precisa selecionar o tipo de exercício, depois indicar quais as músicas e, por fim, escolher algumas gravações. Além disso, a pessoa também pode sinalizar no Facebook quando está utilizando o programa. Disponibilizado apenas em inglês, o aplicativo é compatível com iOS 4.0 e Android 2.2 ou superiores. O download do arquivo é gratuito.
Meal Snap
Calcula as calorias de refeições a partir de uma foto do alimento a ser consumido. Com o app, é possível montar um histórico de refeições, além de categorizá-las em café da manhã, almoço e afins. Disponível apenas em português, o aplicativo permite compartilhar as informações sobre alimentação no Facebook, Twitter e Foursquare. Compatível apenas com iOS 4.3 ou superior, está à venda no iTunes por US$ 2,99. Possui apenas versão em inglês.
Foto: Shutterstock
Após um longo dia de trabalho, o dono ou a dona de casa moderna ainda tem que buscar os filhos na escola e se lembra de que a geladeira está vazia. Foi-se, na melhor das hipóteses, uma hora no supermercado: tempo de estacionar, comprar, enfrentar fila e levar tudo para o carro.
Para os atarefados e estressados das grandes cidades, supermercados como o francês Casino e o britânico Asda (do grupo norte-americano Walmart) já têm um aplicativo para fazer as compras pelo celular, além de superescâneres que mapeiam o carrinho todo -sem ter de passar produto por produto no caixa- e agilizam a vida de quem vai ao local.
Com o aplicativo, o cliente escolhe os itens, paga pelo cartão e passa numa espécie de drive-thru do supermercado mais próximo para pegar sua ecobag (devolvida depois na loja) pelo vidro do carro.
E nada de fast food engordurado, congelados insossos e enlatados vindos do outro lado do mundo. Frutas e verduras são orgânicas, vêm limpas, semi ou já preparadas para consumo imediato.
A comida pronta é saudável, light, recém-preparada e em pequenas porções para evitar desperdício. E tudo "razoavelmente" barato, uma vez que o consumidor que usa esses serviços pensa no preço, mas o que mais preza é o seu tempo.
As novidades não param por aí. No Brasil, o Walmart já tem um programa de rastreamento do gado para impedir o consumo de carne de áreas de desmatamento, como a da Amazônia.
O Carrefour também faz controle de procedência de carnes, hortifrútis e perecíveis. Por meio do chamado "query code" (veja quadro), o cliente descobre na gôndola de onde veio o produto, quando uma fruta foi colhida, o local em que o boi foi abatido e até a ração que o animal comia.
CHIPAGEM
A principal tecnologia, porém, é a chipagem de produtos, que ainda está longe de ser implementada no Brasil devido ao custo elevado.
Por meio do chip, como de cartões de crédito e celulares, o item poderá ser rastreado, ter seu valor debitado da conta e até "avisar" que está acabando, entre outras facilidades.
Exemplo: Acabou o leite? Basta deixar programado e o chip manda uma mensagem ao mercado pedindo a reposição (por delivery). O queijo venceu? Segue para o cesto do lixo, com a encomenda de outro já garantida.
Além de "conversar" com o supermercado, o chip poderá também se comunicar com os eletrodomésticos da casa -como micro-ondas, fornos e freezer- para o preparo dos alimentos.
Até em dietas será útil. Contará calorias, vitaminas, minerais e outros itens programados pelo usuário.
COMPRA EXPRESS
Na loja do supermercado Casino na rua des Belles Feuilles (ou das folhas bonitas), em Paris, o consumidor retira logo na entrada da loja uma máquina para registrar os produtos, inserindo o cartão de crédito, antes de começar a comprar.
Enquanto anda pelos 2.700 m² para escolher seus itens, entre os 3.500 oferecidos nas prateleiras, vai escaneando os preços dos produtos e os coloca no carrinho. Ao terminar, em vez de ir para a fila, vai para o "Scan Express".
Quando chega ao caixa, o sistema já calculou o valor da compra e a debitou do cartão.
A comodidade de escolher pela internet o que falta na geladeira e receber sem sair de casa também é mais comum para consumidores europeus do que brasileiros.
"Quando o brasileiro vai ao supermercado, a compra não é racional. Ele escolhe o pãozinho mais moreno, do jeito que o filho gosta, a fruta mais madura ou mais verde. Isso não se faz do sofá de casa, pela internet ou pelo aplicativo do celular", diz o antropólogo Michel Alcoforado, da consultoria Consumoteca.
Nessa loja do Casino, 30% do faturamento já vem da entrega em casa. São 3.000 entregas por mês e gasto médio de € 230 por compra.
No Brasil, duas lojas do Pão de Açúcar em São Paulo e uma no Rio, além da virtual Pontofrio.com, testam o aplicativo para smartphones Itaú Mobile Card, que permite pagar compras sem cartão.
O cliente (correntista ou com cartão do banco) baixa o aplicativo e, na hora de pagar, informa ao caixa o número do celular.
A jornalista CLAUDIA ROLLI viajou a convite do Grupo Pão de Açúcar







