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Notcias na 25 de maro

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PlayStation 4 e Xbox One têm ótimos controles; leia impressões

Além de games com gráficos impressionantes, aumento do poder de processamento dos consoles da nova geração e jogos exclusivos para cada plataforma, outro assunto que está na ponta da língua dos visitantes da feira E3 é a evolução dos controles, tanto do Xbox One quanto do PlayStation 4.

Não sou “caixista”, como são rotulados os fãs de Xbox 360, mas sempre preferi o controle fabricado pela Microsoft. Preenche as mãos e tem gatilhos melhores do que o DualShock 3, do PS3 –a desvantagem fica por conta do direcional, horroroso para jogos de luta.

Mas a reformulação feita por Microsoft e Sony tornaram os novos joysticks tão bons que é difícil escolher um que seja melhor desta vez.

O controle do Xbox One ficou menor e ganhou analógicos mais precisos. O direcional ficou mais parecido com o modelo de cruz tradicional, semelhante ao que há no controle do Super Nintendo.

Os gatilhos agora têm motores vibratórios independentes, que proporciona um retorno tátil bem interessante quando uma arma é disparada no game, ou quando o jogador acelera ou freia um veículo.

A bateria, um calombo atrás do controle do Xbox 360 agora está instalada no interior do controle.

Não caiu no meu gosto, porém, os novos botões de ombro, LB e RB, que agora são clicáveis, como botões de mouse. Preferia o retorno macio e sem barulhos do Xbox 360.

O DualShock 4 é uma evolução e tanto quando comparado com seu antecessor. Mais pesado, ele não dá a impressão de material barato que eu tenho quando jogo PS3. Os gatilhos, tão ruins que não eram utilizados para alvejar inimigos em jogos de tiro, agora estão bem precisos e encaixam direitinho nos dedos.

O tamanho, praticamente imutável deste o DualShock original para PlayStation 1, sofreu alterações: agora o controle tem as “pernas” mais compridas, que permitem uma pegada mais firme.

Ainda tenho minhas dúvidas sobre a necessidade da área sensível ao toque, entre o direcional e os botões, e como elas vão ser usadas pelos desenvolvedores. Pelo menos ela não atrapalha a jogatina.

Ainda não sei apontar qual é o melhor (talvez depois, com mais horas de jogo com cada um deles), mas com certeza os novos joysticks são evoluções visíveis em comparação com seus respectivos antecessores.

(Fonte: POR ALEXANDRE ORRICO) - 03/02/2014
Falta de cadastro global dificulta batalha contra ladrões de smartphone

A popularização de smartphones tem aumentado o roubo desses aparelhos inteligentes em diversos lugares e, como consequência, a criminalidade. Vários países já pensaram em soluções para tentar coibir. No entanto, segundo especialistas consultados pelo "Huffington Post", a falta de um cadastro global dificulta a batalha contra esses ladrões, pois geralmente os dispositivos furtados são levados para outras localidades.

"A maioria dos países tem pensado em soluções locais. Porém, se roubo um smartphone nos Estados Unidos, posso utilizá-lo na América Latina, mesmo que esteja na lista negra das operadoras americanas. Isso não significada nada lá", afirmou Mika Lauhde, ex-diretor de segurança da Nokia.

Um estudo da empresa de segurança Lookout, que vende soluções de localização de smartphones e antivírus, afirma que o mercado clandestino custa cerca de US$ 30 bilhões por ano aos Estados Unidos.

"Precisamos que a indústria tente resolver esse assunto de forma séria e que arranje uma solução técnica para diminuirmos o mercado ilegal de smartphones, que tem aumentado a criminalidade", disse Eric Schneiderman, procurador-geral de Nova York.

Em 2013, promotores dos Estados Unidos sugeriram que as fabricantes pensassem em alguma forma de deixar o aparelho inútil após o dono notificar que foi roubado. Segundo o "Huffington Post", Apple e Samsung lançaram funcionalidades com esse recurso. No caso da primeira, ainda não há a certeza sobre a efetividade, enquanto a da Samsung é bloqueada por algumas operadoras para evitar perdas com planos de telefonia e dados.

Combate ao roubo de aparelhos
Cada país tem tratado da situação do roubo de smartphones de forma distinta. Nos Estados Unidos, onde quase metade dos roubos do ano passado envolveu aparelhos móveis, as operadoras têm uma espécie de lista negra de dispositivos furtados. Além disso, há um contrato de cooperação envolvendo o México e outros países de língua inglesa, como o Reino Unido e Austrália.

A Colômbia, um dos principais destinos de aparelhos roubados nos Estados Unidos, começou a fazer campanhas na TV sobre os perigos de comprar dispositivos adquiridos de forma ilegal. O país, que registrou 1,6 milhão de aparelhos clandestinos em 2013, se comprometeu a trabalhar com autoridades de outros países, mas até o momento não achou uma solução.

Já a Rússia tem uma espécie de radar, em que a polícia consegue rastrear aparelhos que estão numa lista negra.

(Fonte: Do UOL, em São Paulo) - 26/01/2014
Aplicativo promete liberar todos os programas de TV do mundo

Um novo aplicativo chamado Hola irá permitir que o usuário assista qualquer programa de TV do mundo, segundo informações publicadas neste domingo pelo site Business Insider. De acordo com a publicação, o aplicativo promete tornar mais fácil do que nunca para que os internautas acompanhem as transmissões de jogos ou séries. O Hola foi aprovado por seus idealizadores após ficar por cerca de um ano sendo testado.

Segundo o Business Insider, o aplicativo está disponível para Chrome, Firefox e celulares com Android. Contudo, iPhone e iPad ainda não possibilitam a utilização do Hola devido aos desafios colocados pelo sistema de segurança da Apple. De acordo com a publicação, o serviço do aplicativo é gratuito no primeiro mês e, além das transmissões televisivas, promete acelerar o tempo de download dos usuários e liberar o acesso a redes sociais nos locais que são bloqueadas, como em algumas empresas.

(Fonte: Terra) - 26/01/2014
Análise: Mirando na Lua, Google espera ser dono do futuro

Olhe para o cenário de tecnologia hoje e o quê você vê? Algumas empresas –Facebook, Yahoo, Apple, Twitter e Google– competindo pelos mesmos tipos de receita: publicidade, buscas, localização e alguns hardwares móveis.

Agora olhe para o futuro do cenário de tecnologia e o quê você vê? Eu responderei para você: Google, Google e Google.

Ao longo do ano passado, sozinho, o Google adquiriu mais de uma dúzia de empresas de tecnologia em hardware que estão trabalhando em projetos que podem parecer malucos hoje, mas podem ser uma parte do nosso futuro não tão distante.

Vamos olhar apenas para uma pequena parte das recentes aquisições do Google. Houve uma série de fábricas de robôs humanoides, incluindo a Boston Dynamics, que produz máquinas de duas e quatro pernas que caminham e correm com uma estranha sensação de equilíbrio.

Em seguida vem a Holomni, uma pequena companhia de design que faz rodas de alta tecnologia robótica, presumivelmente para mais robôs, ou até mesmo para a frota de carros sem motorista do Google. E ainda a aquisição da Makani Power, que fabrica turbinas eólicas, para, bem, quem sabe como o Google vai usar isso?

Ainda assim, muitos dos competidores do Google parecem estar presos no presente. Olhe para as aquisições do Facebook, Yahoo e Twitter, todos eles compraram uma série de companhias de software, design, publicidade e conteúdo. Nenhum robô. Nenhum carro sem motorista. Nenhuma turbina eólica.

Não está claro onde a Apple se encaixa nisso tudo –a companhia, afinal, é mais eficiente em manter segredos do que a Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos. A Apple também tem claramente dinheiro suficiente para competir com o Google.

Mas se Apple está trabalhando em segredo em seu próprio exército de robôs e universo futurista, o Goofle está construindo para o futuro em público.

O Google anunciou a compra da Nest Labs, que fabrica dispositivos para casa conectados à internet como um termostato e um detector de fumaça, por US$ 3,2 bilhões em dinheiro.

Para que o Google vai usar os aparelhos produzidos pela Nest? Provavelmente, isso está ligado ao que Tony Fadell, executivo-chefe da Nest, disse ao New York Times no ano passado, "é a criação de um mundo de objetos com consciência".

"Toda vez que eu ligo a TV, há a informação de que alguém está em casa. Quando a porta da geladeira se abre, há outro sensor, mais informação", disse Fadell. O seu termostato é capaz de controlar e recolher esse tipo de informação. Mas o futuro vai ser diferente, quando nós tivermos "redes de sensores que possam evoluir, todos interagindo com estes padrões de aprendizagem".

É claro, todas essas ideias malucas e aquisições do Google podem falhar. Prever um futuro que se pareça com um universo alternativo onde apenas tecnófilos querem viver, com robôs que vagueiam pela terra e sensores em nossas salas, parece um exagero.

Larry Page, executivo-chefe do Google, reconhece que muitas dessas ideias que giram em torno da companhia são "tiros na Lua". Mas ele também acredita que muitos deles serão bem sucedidos e irão posicionar a empresa num futuro para o qual seus concorrentes parecem não estar se preparando.

Em outras palavras, ele está apostando que o futuro irá pertencer ao Google, Google e Google.

(Fonte: NICK BILTON DO "NEW YORK TIMES") - 19/01/2014
Nextel venderá iPhone 5c e iPhone 5s no Brasil

A NII Holdings, que fornece serviços de telecomunicações da marca Nextel na América Latina, disse nesta sexta-feira (17) que passará a oferecer o seus clientes no Brasil os novos iPhones, o 5c e o 5s, levando suas ações para uma alta de 25% antes da abertura do pregão.

A NII vem enfrentando forte competição com a Vivo, da Telefônica Brasil, e com a Claro, da América Móvil, que tentam atrair clientes de planos caros da NII com planos ilimitados e redes mais rápidas e maiores.

A NII, que tem como alvo empresas de México, Brasil, Argentina e Chile, disse em dezembro que cortaria postos de trabalho como parte de um plano de reestruturação que tinha como objetivo retomar participação de mercado.

(Fonte: DA REUTERS) - 19/01/2014
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Sobre o Portal da 25 de Março

O Portal da 25 de Março foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área doméstica em geral.