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Notícias na 25 de março

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Facebook registra até mensagens não enviadas, mostra estudo

Não é preciso apertar Enter para um texto digitado no Facebook ser lido por alguém: a rede social registra postagens e comentários cujo autor desistiu de enviá-los, mostra um estudo divulgado pelo Facebook e realizado por um de seus pesquisadores.

Adam Kramer, cientista de dados do Facebook, junto com o pesquisador Sauvik Das, da Universidade Carnegie Mellon (EUA), analisaram mensagens que eles chamam de autocensuradas de 3,9 milhões de usuários da rede durante 17 dias na metade do ano passado, a fim de descobrir quem costuma digitar e não enviar, e em que momentos isso acontece.

Mensagens com mais de cinco letras e retidas por pelo menos dez minutos são as tidas como autocensuradas pelos autores.

Dado Ruvic/Reuters

Homem em frente a tela com o logotipo do Facebook; fundador venderá US$ 2,4 bilhões em ações da empresa

Entre as conclusões do estudo, consta que homens se autocensuram ao fazer uma postagem na rede mais do que as mulheres, mas mulheres desistem mais de comentários do que fazem os homens.

Além disso, mensagens são mais comumente autocensuradas do que comentários; usuários com uma rede de contatos mais heterogênea nos quesitos idade e orientação política se censuram menos.

Entre as "não atividades", o só texto autocensurado não é a única registrada pela rede. O Facebook já divulgou que todos os pedidos de amizade, mesmo que recusados, ficam catalogados. O registro de tudo o que acontece tem como objetivo de impedir que as pessoas desistam das interações, e efetivamente pressionem Enter.

Durante o período estudado, 71% dos usuários hesitaram ao postar ou comentar. Durante o período monitorado, cada um deles desistiu de aproximadamente 5 postagens e de 3 comentários.

"Decidir não postar um comentário politicamente carregado ou imagens de determinadas atividades recreativas podem poupar uma boa quantia de capital social", escreveram os pesquisadores, no documento que foi inicialmente publicado pela AAAI (Associação pelo Avanço da Inteligência Artificial, na sigla em inglês).

A pesquisa foi realizada durante o verão do hemisfério norte do ano passado, que aconteceu entre junho e setembro, mas as datas exatas de início e término do período de 17 dias não foram divulgadas.

(Fonte: DE SÃO PAULO) - 30/12/2013
PC, celular e tablet já fazem mais da metade das transações bancárias no Brasil

As operações bancárias por celulares e tablets e pela internet já respondem por mais da metade das operações no Brasil, segundo levantamento da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) feito com cinco instituições bancárias: Banco do Brasil, Bradesco, HSBC, Itaú Unibanco e Santander.

No primeiro semestre de 2013, a participação média mensal dos canais internet e mobile foi 51%, ante 46% no primeiro semestre de 2012,

Segundo a Febraban, a maior responsável pelo aumento da relevância dos meios digitais nos últimos anos é a plataforma para dispositivos móveis (mobile), composta pelos aplicativos de bancos instalados em smartphones e em tablets.

Entre junho de 2012 e junho de 2013, a participação do canal mobile subiu de 3% para 6,2% do total de transações na amostra dos cinco bancos selecionados. A quantidade de transações no canal mobile nesse mesmo grupo passou de 244 milhões, no primeiro semestre de 2012, para 822 milhões, no mesmo período do ano seguinte --um aumento de 237%. Em um dos bancos pesquisados, a participação do mobile já chega a 10% das transações totais.

A Febraban faz algumas orientações quanto a segurança no uso dos smartphones e internet para acesso a transações bancárias. Uma sugestão é, ao comprar um aparelho usado, restaurar as configurações originais do produto para que ele volte a funcionar com o padrão de segurança estabelecido pelo próprio fabricante. Também é importante evitar a compra de celulares que tenham passado por "jailbreak", ou seja, desbloqueados extra-oficialmente, pois essa prática pode impedir a atualização do sistema operacional e, assim, prejudicar segurança do usuário, diz a Febraban.

A federação dos bancos alerta também para a importância dos programas de proteção contra software malicioso (malware). Dependendo do sistema operacional do aparelho, como Android ou iOS, há diversas opções de ferramentas de segurança, como Avast e Norton.

Há ainda vários aplicativos que armazenam dados de forma criptografada. Como os dispositivos móveis são mais suscetíveis a perda ou roubo, a Febraban também orienta que se façam cópias (backups) dos dados guardados no aparelho, como fotos e contatos. Para smartphones e tablets, a Febraban orienta os usuários a ativarem a opção de exclusão dos dados do aparelho, em caso de tentativas de acesso com senha incorreta; e, se possível, habilitarem a função de geolocalização para que o dispositivo seja encontrado e bloqueado à distância.

Além desses cuidados, os clientes devem ficar atentos aos sites falsos, que costumam solicitar muitas informações confidenciais, justamente porque precisam delas para acessar as contas de clientes. A federação lembra que fraudadores costumam utilizar a "técnica da ansiedade", que supõe a necessidade de o cliente atualizar os dados com rapidez, sempre impondo uma condição: se você não atualizar seus dados agora, sua conta será cancelada.

Para não cair em armadilhas, a Febraban orienta que os usuários conheçam bem o site de seu banco, tentando memorizar a aparência da página do cliente e a sequência da inserção de senhas solicitadas. A entidade também recomenda que os clientes acompanhem os lançamentos nas contas bancárias e, caso seja constatada alguma anormalidade, entrem em contato imediatamente com o banco para informar o ocorrido.\\




(Fonte: DA AGÊNCIA BRASIL) - 22/12/2013
Vivo e Napster lançam serviço de música por assinatura

A Vivo, da Telefônica, e a Napster anunciaram nesta quinta-feira (19) o lançamento de um serviço de músicas por assinatura para smartphones, tablets e computadores.

O serviço, chamado de "Vivo Música by Napster", permite que os usuários escutem músicas via streaming ou façam download das faixas para ouvi-las quando estiverem sem conexão à Internet.

A assinatura para ter acesso ao acervo de cerca de 14 milhões de música custará R$ 9,90 por mês ou R$ 2,99 por semana.

No último mês, o serviço Napster já havia estreado no Brasil substituindo o serviço Sonora, do Terra. O plano mais barato custa R$ 14,90 por mês.

NAPSTER

Criado por Shawn Fanning em 1999, o Napster foi um popular (e gratuito) serviço de compartilhamento de arquivos, conhecido pelo impacto que teve na indústria fonográfica. Após sofrer derrotas judiciais para gravadoras e artistas por conta de violações de direitos autorais, a empresa fechou e sua marca foi vendida.

Desde então, a marca Napster passou pelas mãos da empresa de software Roxio e da varejista americana Best Buy, e hoje pertence à Rhapsody.


(Fonte: DE SÃO PAULO DA REUTERS) - 22/12/2013
Philips lança seus primeiros tablets no Brasil

O mercado de tablets está em alta no Brasil e mais uma empresa de porte está trazendo esses aparelhos para o Natal. A Philips está lançando seus dois primeiros tablets no Brasil.

Ambos os aparelhos têm sistema Android 4.1, processador dual core de 1,5 GHz, 8 GB de memória, tela de 7 polegadas (tamanho 16:9) e Wi-Fi.

Os tablets da Philips também trazem a tecnologia FullSound, que, segundo a empresa, proporciona áudio de melhor qualidade e reproduz melhor os detalhes de arquivos MP3.

A diferença entre os produtos está nos recursos mais avançados do modelo PI3900B2X/78, que tem preço de R$ 649.

Ele tem GPS, tela com tecnologia IPS que aumenta o ângulo de visão, Bluetooth e câmera traseira. O modelo básico, PI3100W2X não tem esses recursos e custa R$ 549.

(Fonte: iG São Paulo) - 15/12/2013
Smartphones com leitor de impressão digital serão comuns em 2014, diz Ericsson

Fabricantes seguirão Apple, que implementou o recurso no novo iPhone 5s

ESTOCOLMO, 11 Dez (Reuters) - Smartphones biométricos devem se tornar comuns no ano que vem à medida que as principais fabricantes de celulares seguem os passos da Apple em tecnologia de reconhecimento de impressão digital, segundo um relatório da Ericsson sobre tendências de consumidores divulgado nesta quarta-feira.

Em setembro, a Apple lançou seu iPhone 5S, primeiro smartphone com sensor para reconhecer impressões digitais, aprimorando a segurança e a facilidade de uso.

"Um total de 74 por cento acreditam que os smartphones biométricos se tornarão comuns em 2014", disse a Ericsson, a maior fabricante de equipamento para redes de telefonia móvel do mundo, em seu relatório.

O uso mais disseminado da tecnologia biométrica será uma boa notícia para as empresas suecas Fingerprint Cards e Precise Biometrics, que são as fornecedoras líderes do setor.

A Fingerprint fabrica sensores enquanto que a Precise Biometrics desenvolve software para tais sensores.

Em uma entrevista recente à Reuters, o presidente-executivo da Fingerprint disse esperar que entre 7 ou 8 das maiores fabricantes de celulares do mundo, incluindo a Samsung, lancem telefones usando a tecnologia no ano que vem.

A Ericsson entrevistou mais de 100 mil pessoas em mais de 40 países como parte da pesquisa.

(Por Olof Swahnberg)

(Fonte: Reuters) - 15/12/2013
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O Portal da 25 de Março foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área doméstica em geral.