A prefeitura do Rio de Janeiro está lançando ferramentas digitais para mapear e traçar rotas pelo trânsito da cidade antes e durante a Copa do Mundo. De acordo com informações do jornal O Globo, o objetivo é facilitar a escolha das rotas das seleções que vão se hospedar e jogar no Estado do Rio, além dos juízes, dirigentes da Fifa e autoridades.
A plataforma digital, criada pelo Centro de Operações Rio (COR), utiliza recursos do Google e do Waze, principalmente o GPS. É possível monitorar o status do trânsito pelas cores verde, laranja e vermelha. Um mosaico de câmeras também estreia na Copa para visualizar todos os equipamentos de uma rota.
Junto com órgãos de segurança federais e estaduais, a prefeitura mapeou 110 rotas. A cada trajeto principal, há sempre dois alternativos em caso de imprevistos. O Centro Integrado de Comando e Controle Regional (CICCR) terá todo o monitoramento do COR replicado em um videowall (supertelão) e em 98 monitores LED. No COR, também há um videowall e 80 monitores, que visualizam cerca de 800 câmeras da CET-Rio, de concessionárias e particulares.
O Estado do Rio de Janeiro vai hospedar, além dos jogadores brasileiros, as seleções da Inglaterra, Itália e Holanda, e na primeira fase, ainda virão as delegações da Argentina, Bósnia, Espanha, Chile, Bélgica, Rússia, Equador e França.
O Google lançou nesta sexta-feira um serviço para permitir que europeus solicitem que seus dados pessoais sejam removidos dos resultados de buscas online.
A ferramenta foi criada após o Tribunal Europeu de Justiça, sediado em Bruxelas, na Bélgica, decidir no início deste mês que as pessoas têm o "direito de serem esquecidas". Links para dados "irrelevantes" e ultrapassados devem ser apagados a pedido, diz a decisão.
O Google informou que vai avaliar cada pedido e equilibrar "os direitos à privacidade do indivíduo com o direito do público de conhecer e distribuir informações."
"Ao avaliar o seu pedido, iremos analisar se os resultados incluem informações desatualizadas sobre você, bem como se há um interesse público na informação", diz o Google no formulário que os requisitantes devem preencher.
O Google disse que iria analisar informação sobre "fraudes financeiras, negligência profissional, condenações penais ou conduta pública dos funcionários do governo" ao decidir sobre o pedido.
No início deste mês, a BBC apurou que parte de pedidos feitos àquela época ao Google de pessoas do Reino Unido envolvia criminosos condenados e que cumpriram pena. Um deles, por exemplo, era um homem condenado por posse de imagens de abuso infantil que queria que links para páginas sobre sua condenação fossem apagados.
Pedidos fraudulentos
O caso original foi levado ao tribunal por um espanhol. Ele reclamou que os resultados de buscas do Google que mostravam um aviso de leilão de sua casa por falta de pagamento - uma dívida que depois foi quitada por ele - infringiam seu direito à privacidade.
A decisão do tribunal europeu causou surpresa uma vez que contradiz uma declaração do advogado-geral da União Europeia. No ano passado, ele afirmou que buscadores de internet não eram obrigados a acatar tais solicitações.
Nesta sexta-feira, o Google disse que os cidadãos da União Europeia que solicitarem a remoção de dados privados da ferramenta de busca terão que fornecer os links para o material que desejam remover, seu país de origem e uma razão para seu pedido, ao preencher um formulário online. Os indivíduos também terão que anexar uma identidade válida com foto.
"O Google recebe frequentemente pedidos de remoção fraudulentos de pessoas se passando por outros, tentando prejudicar concorrentes, ou indevidamente buscando suprimir informação legal", disse a empresa. "Para evitar esse tipo de abuso, é preciso verificar a identidade."
Menos inovação?
Em uma entrevista concedida ao Financial Times, o chefe-executivo do Google, Larry Page, disse que a empresa vai cumprir a decisão, mas ressaltou que isso poderia danificar a inovação. Ele também afirmou que o regulamento daria ânimo a regimes repressivos.
Page disse ainda que se arrependia de não ter "se envolvido mais em um debate real" sobre a privacidade na Europa, e que a empresa agora vai tentar "ser mais europeia".
Mas, advertiu, "ao regular a internet, acho que não vamos ver o tipo de inovação que temos visto". O diretor acrescentou que a decisão iria encorajar "outros governos que não são tão para progressivos como a Europa a fazer coisas ruins".
Embora a decisão do Tribunal de Justiça da Europa envolva especificamente sites de busca e indique que apenas links - e não a informação em si - possam ser retirados da rede, a imprensa vem relatando um aumento considerável no número de pedidos de remoção após a deliberação da corte.
O crescimento do número de smartphones e a consequente demanda por dados móveis coloca uma pressão enorme sobre as redes existentes e suas capacidades. Para acomodar a demanda que cresce diariamente, uma hora nem o 4G/LTE vai ser mais suficiente – e olha que a capacidade já é bem superior ao 3G. Um passo à frente, de olho no futuro da banda larga móvel, uma nova tecnologia promete revolucionar as telecomunicações e trazer estabilidade e velocidade de fibra óptica para os dispositivos móveis. Já imaginou?
A tecnologia foi batizada de "pCell", abreviatura para "célula pessoal". A novidade foi anunciada por uma empresa norte-americana criada por um famoso inventor do Vale do Silício: Steve Perlman. Para quem nunca ouviu falar, ele se tornou famoso no mundo da tecnologia depois de vender sua empresa de TV na web para a Microsoft por meio bilhão de dólares. Perlman também foi um dos principais cientistas da Apple e ajudou a criar o QuickTime, tecnologia que trouxe o vídeo para o Macintosh.
Ele conversou com a gente, direto do seu laboratório, em San Francisco. E logo de início lembrou que atualmente as torres de redes celulares criam uma célula de cobertura ao seu redor. Todas as pessoas que se conectam naquela região compartilham a capacidade daquela célula e quando muita gente se aglomera por ali, a qualidade do sinal cai bastante e algumas pessoas ficam até impossibilitadas de usar o smartphone. Aliás, a gente explicou isso recentemente em uma reportagem sobre nosso precário 3G.
"No pCell, em vez de uma torre com apenas uma célula de cobertura ao seu redor, nós temos rádios que transmitem dados todos ao mesmo tempo e interferem uns nos outros. Com a pCell, cada telefone cria sua própria célula de cobertura. Assim, não importa quantas pessoas estejam ao seu redor – ou mesmo em um estádio lotado – todo mundo consegue extrair o máximo da sua conexão", explica Steve Perlman.
A nova tecnologia promete velocidade plena independente do número de usuários próximos uns dos outros. Segundo Steve, seria a solução para os congestionamentos de rede e também áreas de sombras existentes hoje. Na tecnologia pCell, um algoritmo complexo produz uma área de cobertura única com um centímetro de diâmetro para cada telefone celular, permitindo assim que o usuário tenha acesso à capacidade total da rede em vez de dividi-la. Esta bolha de um único sinal acompanha o usuário onde quer que ele vá sem perder qualidade.
Interessante também é que a tecnologia pCell, pela primeira vez, trabalha com a interferência a seu favor contrariando anos de ciência e matemática. Diferentes das torres de redes móveis, que operam independentes uma das outras para que não haja qualquer interferência que possa prejudicar a qualidade do sinal, na pCell a interferência é utilizada para combinar as ondas de rádio e formar ondas ainda mais fortes. O fenômeno pode ser comparado ao ato de deixar cair duas pedras em uma lagoa: cada uma cria ondas circulares que se espalham pela água e, em certos pontos essas ondas se combinam criando uma onda ainda mais forte. "Nós voltamos um pouco no tempo e estudamos todos os formatos das ondas de interferência quem chegam até a antena dos smartphones. Existe uma combinação que pode criar um padrão particular do jeito que o telefone espera. Nós crescemos a partir da interferência”, conta o criador da célula.
Para se ter uma ideia da experiência que teríamos com a nova tecnologia, imagine que você estivesse sozinho na sua cidade, no centro da área de cobertura da principal torre de rede móvel. Assim, você atingiria a velocidade máxima disponível por aquela célula. Mas como nunca estamos sozinhos, nós sempre compartilhamos essa capacidade. "Na pCell, essa velocidade do centro da célula sozinho é o que todos teriam, ao mesmo tempo, em toda a cidade".
Em uma apresentação na Universidade de Columbia, Perlman demonstrou a transmissão streaming de vídeos 4K simultânea em oito iPhones usando a rede móvel pCell. Segundo o inventor, com a nova tecnologia poderemos assistir e transmitir muitos vídeos em altíssima definição sem qualquer travamento e de onde estivermos; e até fazer coisas que sequer sonhamos com os smartphones. Segundo ele, com a pCell, a ideia é pensar na banda larga móvel como pensamos no Wi-Fi atualmente. "PCell não é caro, você usa quanto quiser e é extremamente confiável”.
Apesar da badalação, a tecnologia ainda está um pouco longe de se tornar realidade. A empresa tem desafios grandes pela frente. Depois de demonstrar o funcionamento da pCell fora de ambientes controlados, o time de Steve terá de convencer as operadoras de telefonia móvel que sua tecnologia vale a pena os bilhões de dólares que seriam necessário para construir novas estações de radiobase e uma infraestrutura maciça de computação na nuvem.
Por outro lado, Steve afirma que a instalação de cada rádio "pWave" custa um décimo do valor da instalação de uma torre celular. Mais do que isso, segundo ele, é possível inclusive usar a mesma infraestrutura de antenas para colocar os rádios. Assim, completa ele, as operadoras poderiam inclusive cobrar menos por um serviço infinitamente superior. E mais: para uma mesma área de cobertura, são necessárias menos antenas "pWave" do que as tradicionais.
"Em San Francisco, por exemplo, a operadora Sprint tem 32 torres espalhadas pela cidade. Se nós simplesmente instalarmos rádios pWave nas mesmas torres, já multiplicamos a performance da rede na cidade por dez! Isso cobrindo a mesma região, com o mesmo número de usuários", detalha Perlman.
Steve também conta que está empolgado com a procura por novidades sobre a pCell. Ele nos revelou que metade das grandes operadoras mundiais – inclusive algumas empresas brasileiras – já os procuraram para conversar e até começar a negociar. Segundo o inventor da nova tecnologia, há inclusive países que cogitaram a ideia de pular o LTE/4G e evoluir direto suas redes 3G para a pCell.
Outra característica muito interessante da tecnologia pCell é que ela é bastante amigável e totalmente compatível com o 4G/LTE. Além de proporcionar melhor qualidade de serviço, ela funcionaria com dispositivos já existentes. Steve diz que a pCell verticalizou a banda larga móvel e, além do 4G, está pronta para operar com qualquer outra tecnologia que venha a surgir.
Bom, você deve estar aí se perguntando: será que eu vou viver pra ver tudo isso?
"Depois que fizermos uma cidade, ou até mesmo um estádio, com pCell. Neste ponto vamos passar a tecnologia para as operadoras e ela estará pronta para tomar o mundo", adianta o inventor.
Os testes definitivos estão previstos para o final deste ano, em San Francisco e de repente, pode estar disponível para uso comercial já em 2015. Uma esperança e tanto para quem ainda sofre com gargalos e engasgos do 3G. E até para quem já navega em 4G.
O Moto E é um celular básico, que economiza bastante em configurações de hardware, e não há discussão sobre isso. Entretanto, em uma prova que apenas mais memória e processador não são tudo em um smartphone, um teste mostra que ele consegue ter um desempenho de software levemente superior ao Galaxy S5, o novo top de linha da Samsung.
Para comparação, o Moto E tem um processador dual-core, com seus núcleos operando em 1,2 GHz; já o Galaxy S5 é um quad-core funcionando na frequência de 2,5 GHz. O aparelho da Samsung ainda tem o dobro de memória RAM: 2 GB contra 1 GB do aparelho da Motorola.
A diferença é nas escolhas de design em relação ao software. Enquanto a coreana aposta na interface TouchWiz, reconhecidamente mais pesada, a empresa americana, ainda parte do Google, por enquanto, usa o Android quase puro, com modificações minúsculas. Isso faz com que mesmo deficiente em especificações, o desempenho de software do Moto E permita que alguns aplicativos sejam abertos com mais agilidade. O mesmo acontece com transições de tela.
Claro, isso não significa que o Moto E é melhor que o Galaxy S5, mas apenas uma demonstração da diferença de como o software influencia no desempenho do dispositivo. Comparar o celular de R$ 530 da Motorola contra o aparelho de R$ 2,6 mil da Samsung e perceber uma diferença favorável ao primeiro é uma boa forma de provar este ponto.
Diversos rumores dão conta de que o iPhone 6 deve ter dois modelos, com telas de 4,7 e 5,5 polegadas, maiores do que as atuais 4 polegadas do iPhone 5S. Com os tamanhos maiores deve vir também um ganho de resolução.
De acordo com o site especializado 5 to 9 Mac, os novos iPhones devem ter resolução de 1.704 x 960, contra 1.136 x 640 do atual iPhone 5s. A nova resolução indica que os novos iPhones manterão a proporção widescreen (16:9) adotada a partir do iPhone 5.
Levando em conta os novos tamanhos e resolução, o iPhone 6 de 4,7 polegadas teria densidade de pixels de 416 ppp (pixel por polegada). No modelo de 5,5 polegadas, a densidade seria de 356 ppp. Em ambos os casos, a densidade seria superior à do atual iPhone 5s, que é de 326 pixels. A densidade de pixels é um indicador da definição da tela.
Lançamento somente em agosto
No próximo mês de junho, a Apple organizará sua conferência anual WWDC. Mas as novidades desse evento devem ser apenas relacionadas ao iOS 8, nova versão do sistema para iPhones/iPods/iPads. Há ainda rumores de que, caso a aquisição da Beats Music esteja concluída, Dr. Dre e Jimmy Iovine seriam apresentados como novos executivos da Apple.
Mas não deve haver anúncios relacionados ao iPhone neste evento. Rumores de mercado dão conta de que o iPhone 6 seria apresentado apenas em agosto.
As novidades sobre o iPhone 6 chegam no momento em que o iPhone 5s fica mais barato no Brasil, pelo menos na FNAC do Aeroporto de Guarulhos. Essa loja passou a vender o iPhone na área de free shop, ou seja, sem impostos. Entretanto, apenas passageiros que embarcam para voos internacionais no novo Terminal 3 podem acessar a loja.







