O Google lançou nesta quarta-feira o Google Chromecast por R$ 199 nas lojas online Pontofrio.com, Extra.com e Casas Bahia.com. O aparelho que liga o celular, tablet ou notebook a uma TV de alta definição (HD) via entrada HDMI e internet wi-fi (sem fio), possui formato similar a um flash drive e permite ao usuário visualizar conteúdo da internet na televisão.
Desse modo, o aparelho móvel pode ser usado como controle remoto para gerenciar vídeos e outros conteúdos visualizados via Chromecast. Ainda assim, o usuário pode utilizar o seu tablet, PC ou celular normalmente como ao fazer ligações, enviar e-mails e responder torpedos, isso sem deixar derodar o vídeo na tela da TV.
Assim como, ao deixar uma lista de vídeos do Youtube rodando e controlar suas funções (pausar, voltar da “tela de travamento” e iniciar) do celular ou tablet sem precisar destravá-lo. E mesmo que a bateria do aparelho que controla o Chromecast acabe, o vídeo continuará rodando na televisão.
Um dos criadores do canal do Youtube “Galinha Pintadinha”, Juliano Prado afirma que o uso do Chromecast deverá ajudar a crescer as visualizações dos vídeos, que já tiveram mais de 1 bilhão de acessos.
“Os vídeos do Galinha Pintadinha já atingiram a marca de 1 bilhão de visualizações no Youtube e agora, com o Chromecast ficará muito fácil e simples assisti-los na tela da TV”, disse o criador da marca que estampa as caixas do Chromecast na versão brasileira.
O vídeo assistido é armazenado na “nuvem” do Google, para diminuir a lentidão no servidor e adequar a qualidade de vídeo à qualidade da banda, podendo atingir até 1080 pixels de resolução (Full HD).
Newton Neto, gerente de Desenvolvimento de Parcerias Estratégicas do Google ressaltou que o gadget do Google para TVs é uma ferramenta em constante evolução. “O Chromecast foi desenvolvido para evoluir com o tempo. Ele sempre vai melhorar”, disse.
O Google Chromecast funciona em aparelhos com os sistema Android, iOS, Windows, Windows Phone, Mac Os e Chrome OS (em alguns modelos de Chromebook). Ele pode ser carregado via uma entrada USB na parte de trás do aparelho e ainda possui um extensor HDMI que serve também como antena para captar melhor o wi-fi.
A empresa ainda indica que a velocidade básica de internet para usar o gadget é 1,5 mega por segundo (Mbps) e que o ideal é a partir de 3 mbps para assistir conteúdo em HD.
O Brasil é o 19º país a receber o gadget no mundo, o aparelho foi comercializado durante um ano nos Estados Unidos até atingir regiões na Europa e Ásia desde o mês passado.
Aplicativos
O Google aposta em sua relação com os programadores para aumentar o potencial do device, tanto que avalia a performance de seus aplicativos. Atualmente três mil programadores trabalham no desenvolvimento de novos apps.
No Brasil, o Chromecast chega com os aplicativos do Netflix, Vevo, Crackle, Rdio, Viki, Plex, Real Player Cloud, Avia e outros.
Sobre como a companhia deve manter a avaliação das funcionalidades, Neto afirma que a empresa deve avaliar, em especial, os aplicativos mais importantes. “Nós vamos olhar e vamos dar suporte aos aplicativos com mais sucesso”, explica.
Sobre a utilização de aplicativos do Chromecast que fizeram do gadget sucesso nos Estados Unidos , como o HBO Go e as ferramentas das ligas de baseball (MLB), futebol (MLS) e mais recentemente o Watch ESPN, o executivo afirma esperar que eles venham para cá, mas afirma que dependerá dos “direitos autorais de cada empresa”.
Além dos apps citados, o Google ainda possui aplicativos como BBC (Reino Unido), Canal + (França), Maxdome (Alemanha), Twing (Coreia do Sul) e Docomo (Japão).
O Google concluiu hoje as duas primeiras semanas de testes do Projeto Loon em Teresina e Campo Maior, cidade localizada a 85 km da capital do Piauí. O lançamento de hoje foi acompanhado pelo ministro da Comunicação, Paulo Bernardo, e pelo Presidente do Google Brasil, Fabio Coelho.
O balão de alta pressão foi lançado do Aeroporto Nossa Senhora de Fátima, em Teresina, sendo o primeiro da empresa americana a percorrer uma longa distância em uma latitude próxima da Linha do Equador para monitorar o comportamento do aeróstato nesta latitude.
“Dado o tamanho do nosso território e as dificuldades geográficas, todas as inovações são bem-vindas. O Projeto Loon pode apontar soluções criativas para regiões de mais difícil acesso na busca da universalização da oferta do acesso à internet em banda larga", disse Paulo Bernardo.
O projeto Loon tem como finalidade no Brasil conectar pessoas em áreas rurais e remotas, para preencher falhas de cobertura e ajudar a recuperar a conexão de internet em áreas que passaram por desastres naturais.
O balões do Loon sobrevoam 20 quilômetros de altura para transmitir o sinal de internet e utilizam dois painéis solares para manter-se no ar. Ele ainda tem o “envelope do balão” para planar na estratosfera e a caixa com os componentes eletrônicos como antenas de rádio, antenas de internet e bateria de íon para quando não estiver recebendo a luz solar, além de um paraquedas caso tenha alguma queda.
Equipe do Loon prepara o lançamento durante o amanhecer, enquanto ciclistas curiosos param para olhar
Foto: Google Loon / Divulgação
Nos primeiros testes, os alunos da nona série da escola da escola municipal Linoca Gayoso Castelo Branco, na comunidade de Água Fria, tiveram uma aula com acesso à internet, enquanto um balão sobrevoava a região e transmitia o sinal LTE (4G) fornecido por nossos parceiros para uma antena especial instalada no telhado da escola.
A aula de geografia incluiu ferramentas que oferecem acesso a um mundo de informações, como o Wikipedia e o Google Earth.
"Para nós, isso mostra que o Brasil reconhece a importância da internet para impulsionar o desenvolvimento econômico e a educação, e que vale fazer um esforço extra para colocar todos online, mesmo aqueles que vivem em regiões remotas, como a Amazônia ou as áreas rurais do Nordeste", disse Fabio Coelho, presidente do Google no Brasil.
Os testes no Brasil utilizaram pela primeira vez a tecnologia 4G para conectar as pessoas por meio dos balões e teve como parceiros a Vivo e a Telebrás.
O Google importou um estúdio de criação de sua sede da Califórnia para criar os doodles especiais (desenhos temáticos exibidos pela empresa em sua página de buscas celebrando ocasiões especiais) para a Copa do Mundo. Segundo o jornal O Estado de S.Paulo, a equipe ganhou uma sala na sede brasileira do Google, zona sul da capital paulista. Este local transformou-se em um estúdio de arte improvisado e inteiramente decorado com temas brasileiros.
Ryan Germick, chefe da equipe de doodle do Google, diz ao jornal que esta é a primeira vez que sua equipe sai dos Estados Unidos para trabalhar em outro país, o que mostra a importância do torneio para a empresa americana. A ideia dos doodles da Copa é que sejam realizados um ou mais por dia “ao longo dos acontecimentos”, diz Germick.
O projeto de criação dos doodles estará aberto para receber dicas via Twitter, Facebook e Google +. E a equipe também está monitorando o Google Trends, as redes sociais e as notícias do cotidiano para usar como termômetro das animações. A primeira ilustração do Google foi lançada em 1998, desde então 2 mil imagens do gênero já foram publicadas pela empresa.
A Sony Music Entertainment, unidade da Sony, investiu 3 milhões de dólares na fabricante de aplicativo de reconhecimento de músicas Shazam Entertainment, disse uma fonte próxima ao tema.
O blog do Wall Street Journal disse mais cedo que a Universal Music, da Vivendi, e a Warner Music, da Access Industries, também investiram 3 milhões de dólares cada no Shazam.
Os investimentos ocorrem depois que o bilionário mexicano Carlos Slim investiu 40 milhões de dólares no Shazam em julho.
Com sede em Londres, a Shazam Entertainment desenvolveu um aplicativo de celular de mesmo nome que identifica música ambiente, fornecendo letras, vídeo e biografia do artista, além de recomendar outras faixas e a compra de ingressos.
Shazam e Sony recusaram-se a comentar, enquanto a Universal Music e Access Industries não estavam imediatamente disponíveis.
(Por Sampad Patnaik, Sruthi Ramakrishnan e Abhirup Roy)
Tinder ganha troca de fotos que desaparecem em 24 horas
O Tinder, aplicativo de namoro, ganhou uma nova função de compartilhar fotos que desaparecem em 24 horas, similar ao que o app Snapchat propõe.
O recurso, chamado de “Moments” permite trocar fotos com todas as combinações do usuário de uma vez. As fotos podem ser curtidas ou rejeitadas, da mesma forma que os perfis das pessoas no Tinder, deslizando o dedo para a direita e esquerda, respectivamente. Também dá para responder a foto com uma mensagem de texto.
Segundo a empresa, a ideia do recurso é funcionar como uma desculpa para dizer mais do que “oi”. “O Moments expira em 24 horas, então você pode ser você mesmo sem a pressão de fazer isso perfeitamente. Você pode simplesmente compartilhar o momento cru ou colocar filtros, desenhar e adicionar texto para aproveitar o máximo do seu momento”, diz o blog do Tinder.







