O aguardado smartwatch da Microsoft não será um relógio inteligente, mas sim uma pulseira inteligente (smartband) ainda em 2014. Segundo fontes da empresa americana disseram ao site Paul Thurrott’s, a companhia de Bill Gates deve lançar o gadget no final do segundo semestre e ele terá notificações com base em smartphones.
No entanto, o diferencial da smartband da Microsoft será a interação, não apenas com aparelhos da empresa como acontece com o Samsung Gear Fit, mas com todas as plataformas e smartphones. Com isso, o aparelho da Microsoft será ligado ao iOS, Android e Windows Phone. Recentemente a empresa entrou com um pedido de patente para um aparelho similar a uma smartband.
Ainda segundo o site, o foco mantém-se em atividades físicas, como o Samsung Gear faz ao usar sensores múltiplos para rastrear a saúde do usuário – pedômetro, distância percorrida, calorias queimadas e monitor cardíaco – atrelados aos aplicativos da Microsoft como Bing Heath & Fitness e Healthvault.
Foto: USPTO / Reprodução
Uma companhia de brinquedos japonesa criou a "smart nail” (do inglês, unha inteligente).
O LumiDecoNail é uma unha postiça que interage com o smartphone, elas possuem pequenas luzes de LED que acendem quando o telefone toca, envia mensagens, escuta música ou até quando faz transferência eletrônicas, como ao pagar uma passagem de transporte público, possível no Japão via celular.
Criado pelo Takara Tomy Arts, a "smart nail" funciona por meio do sistema Near Field Communication (NFC), basta a unha estar perto do celular para acioná-la. A unha tem 0,5 mm de espessura e possui um selante para prender o gadget. Após colocar a unha, é necessário utilizar a lixa para acertar o tamanho dela.
A gerente de marketing da empresa, Misayo Aruga, afirma em comunicado que o foco dos novos wearables é o público jovem. “Eu estou usando nas minhas mãos agora”, disse a executiva na nota. “Ele brilha quando passo em uma porta de trem”.
A Takara Tomy Arts promete também um aplicativo para gerar mais interações de outras funções dos celulares com as unhas. A LumiDecoNail custa 1.296 ienes (cerca de R$ 28) e funciona apenas com aparelhos com Android 4.0.
Foto: Takara Tomy / Reprodução
A Sony apresentou nesta quarta-feira uma nova linha de produtos focados na Copa do Mundo. Ao todo a patrocinadora oficial do Mundial apresentou 17 produtos para o mercado brasileiro, entre câmeras fotográficas, câmeras de ação, TVs, Home Theater e Mini-System. O destaque é para a TV com tecnologia quatro vezes superior à atual alta definição (4K). A X955, de 65 polegadas, chega ao País neste mês – como a maioria dos produtos lançados - a partir de R$ 25.999.
O gerente da divisão de televisores da Sony, Sergio Buch, não nega que o principal objetivo da TV é o público “classe A”, mas também argumenta que em breve os preços estarão mais acessíveis. “Hoje já é possível encontrar TV 4K da Sony por R$ 9.999. E esse preço deve abaixar à medida que a tecnologia for assumindo o lugar do Full HD (alta definição)”, disse Buch.
A nova TV da Sony possui também processador 4K X-Reality Pro, Triluminos Display, Motion Flow, Modo Futebol - que corta a narração - e o controle touchscreen One-Flic, além do Social Viewing, que permiti ao usuário interagir nas redes sociais sem tirar os olhos da tela.
Outra novidade são as câmeras 4K para TVs que devem ser utilizadas durante a transmissão da Copa do Mundo. Ao todo, serão usadas 12 câmeras em ultra alta-resolução em nove jogos da competição.
Luis Fabichak, gerente da divisão de produtos institucionais, lembra que mesmo com os testes em 4K, o foco da Copa será a transmissão em Full HD. “Teremos 40 câmeras em HD por estádio da Copa para fazer a transmissão completa da Copa do Mundo em Full HD”, afirma o executivo. Segundo ele, a TV Globo já comprou 40 modelos da câmera PMW-F55 que transmite em 4K.
Entre os celulares, o destaque da empresa é o Xperia Z2, o celular topo de linha (flagship) que possui TV digital. Segundo Joe Takada, gerente da Sony Mobile, a divisão de celulares e tablets cresceu 21% no mundo e quatro vezes no Brasil, mas pretende atingir um público maior.
“Queremos dobrar nossa performance no Brasil, por isso estamos utilizando nossas duas fábricas no País para aumentar a produção”, afirma Takada. Ele ainda ressalta a aposta da companhia nos aparelhos com TV Digital e no Smartbrand, a pulseira inteligente que acompanha o Z2. O celular, ainda sem preço anunciado, deve chegar ao mercado no fim de junho.
Na divisão de som o destaque é o mini-system MHC-V5, com potência de 1200 W RMS, entrada USB, CD Rádio Am/FM, Bluetooth, NFC e caixa acústica com um subwoofer e dois speakers. Essas caixas ainda possuem iluminação com várias tonalidades. O gerente da divisão de áudio doméstico da Sony, Caio Sgarbi, aponta que o aparelho tem o custo de R$ 1.999. “Seguimos com o pilar do futebol nos home theater, mas também pensamos no pós-Copa. Com foco na música”, disse Sgarbi. Outra novidade é o home theater BDV – N 9200 que possui BluRay, canais 5.1, led colorido, botão torcida e 1000 W de potência. O aparelho custa R$ 3.999. Ambos já estão disponíveis no mercado.
Câmeras digitais
A Sony aproveitou também para atualizar seu line-up de câmeras digitais com dois novos modelos, a DSC-H400 e a Alpha 6000. Segundo Raquel Paravani, gerente da divisão de câmeras da empresa japonesa, a primeira câmera é direcionada ao público que tira fotos convencionais, sem o foco profissional.
“A DSC-H400 é uma câmera com 63x de zoom, ideal para quem vai ao estádio e deseja registrar momentos ou gols”, disse Paravani. “A Alpha 6000 é um modelo um pouco mais profissional. Ele pode registrar 11 fotos por segundo. Das câmeras mirrorless é a mais rápida e ainda permite trocar as lentes”, completa.
A câmera DSC-H400 tem 20.1 megapixels, estabilizador automático e custa R$ 1.499. E a Alpha 6000 possui 24.3 megapixels de resolução, wi-fi e pode ser adquirida por R$ 4.999. Os dois produtos devem chegar ao mercado brasileiro em meados de junho, segundo a Sony.
Foto: Sony / Divulgação
A Nest, fabricante do Google de termostatos inteligentes e outros produtos de automação para casa, irá permitir que outras empresas criem aplicativos que se comuniquem com seus dispositivos.
A iniciativa marca a primeira permissão da Nest para que empresas de terceiros acessem seus gadgets, potencialmente abrindo a porta para a rica variedade de aplicativos e serviços que tornaram os smartphones populares.
Mais de 5.000 desenvolvedores já manifestaram interesse em desenvolver aplicativos para os produtos da Nest, de acordo com a empresa.
A Nest disse que estava trabalhando com empresas como fabricante de máquina de lavar roupa Whirlpool e a companhia Chamberlain, de portões automáticos para garagem.
Fechar a porta da garagem, por exemplo, pode alertar o termostato da Nest que o usuário está longe de casa, acionando o desligamento do aquecimento. Lâmpadas LED da Lifx podem ser ajustadas para piscar em vermelho caso um detector da Nest identifique fumaça na casa.
O Google adquiriu a Nest por 3,2 bilhões de dólares em janeiro, numa aquisição que ressaltou os esforços da empresa de pesquisa na Web para estender seu alcance a um amplo campo de dispositivos conectados à Internet.
O Google apresentou nesta terça-feira uma parceria com a grife DVF | Made for Glass que resultou em oito lentes e cinco novas armações para o Google Glass. Embora o preço ainda não tenha sido revelado, o site The Verge aponta que os novos modelos desenvolvidos pela lendária designer de moda Diane Von Furstenberg devem custar US$ 1.725 com a nova lente e US$ 1.620 com as novas armações.
O Google informa em sua página no Google + que a partir do dia 23 de junho, os americanos poderão comprar os óculos – que farão parte da linha Titanium do gadget – no site +Net-A-Porter ou na página do próprio produto. Os óculos de sol da nova coleção incluem opções em cinza, arco-íris e marrom, além disso, terá o logo DVF no canto da lente, como acontece com os modelos de óculos Ray-Ban.
Esta não é a primeira parceria do Google Glass com marcas de moda. Em março, o Google anunciou uma associação com a Luxottica para fazer modelos da Ray-Ban e Oakley para o wearable. Vale lembrar que o preço original do Google é US$ 1,5 mil e ele ainda não é vendido no Brasil.







