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Saiba como escolher sua TV para a Copa

No país do futebol não é de se espantar que a Copa do Mundo tenha se tornado um bom motivo para trocar de televisão. Uma pesquisa recente da Fecomércio/RJ confirma a expectativa dos fabricantes ao constatar que, entre os brasileiros que pretendem adquirir algum bem durável, um em cada três (34,2%) tem a intenção de comprar um novo aparelho de televisão até junho.

O resultado é o dobro da média da série histórica (16%) da pesquisa Perfil Econômico do Consumidor (PEC), realizada pela Fecomércio-RJ/Ipsos em março. Além de preço, é importante ter em mente outros aspectos ao procurar uma nova TV . Confira abaixo as repostas para sete dúvidas comuns na compra de TVs.

1) Quantas polegadas?

Uma das primeiras perguntas a se fazer antes de comprar uma televisão diz respeito ao seu tamanho. Pense não apenas no que você gostaria, mas onde ela ficará dentro da sua casa, se pendurada na parede ou em cima de um móvel e, especialmente, no tamanho do ambiente em que a TV será colocada.

Existe uma correlação entre o tamanho da tela e a distância do sofá que deve ser respeitada. De modo geral, a distância de visão da TV deve ser de duas vezes a medida da diagonal da tela.

O cálculo, portanto, é dobrar as polegadas da TV multiplicar o resultado por 2,54, para converter de polegadas para centímetros. Por exemplo, em uma TV de 40 polegadas, a conta deve ser 40 (a medida da tela) x 2 x 2,54. O resultado é de 203 centímetros, ou dois metros. Já no caso de uma TV de 60 polegadas, seguindo a mesma regra, a distância deve ser de cerca de três metros.

A cada ano que passa, as telas estão maiores. Em geral, os tamanhos disponíveis no mercado brasileiro variam de 26 a 60 polegadas, mas elas poderão chegar a 98 polegadas se algumas fabricantes cumprirem as promessas feitas para o segundo semestre. Telas de 85 polegadas também já estão no mercado, mas por um preço alto: R$ 100 mil.

2) LCD, LED, OLED ou Plasma?

Grande parte das televisões encontradas no mercado brasileiro possui tela de LCD LED, mas outras tecnologias como o próprio LCD comum, o plasma e, mais recentemente, o OLED, também podem ser encontradas. Antes de escolher, vamos às diferenças.

Em termos gerais, as telas de LCD (Liquid-Crystal Display) são as mais simples. Elas usam lâmpadas fluorescentes como fonte de luz e a camada de LCD age como uma cortina, bloqueando ou liberando a luz conforme a situação. Como a lâmpada fluorescente nunca é desligada, por vezes o preto pode não ser tão escuro. Mas isso não chega a ser um problema grave. Além de finas, as telas de LCD são econômicas: chegam a gastar 50% menos de energia do que uma TV de tubo.

Já o LCD LED é o que se pode chamar de uma evolução do LCD e não por acaso é o tipo mais encontrado nas lojas. Nesse tipo de tela, lâmpadas LED são usadas no lugar das lâmpadas fluorescentes. Os LEDs permitem maior controle sobre o nível de luz, e por isso as imagens têm melhores contrastes e brilho do que numa LCD convencional. As TVs de LED também são mais finas e econômicas do que os modelos LCD.

O plasma, embora menos popular, é uma tecnologia bastante tradicional e confiável. Conhecido pela sigla PDP (Plasma Display Panel), o plasma é famoso entre os aficionados por qualidade em TVs por seu excelente contraste.

Entretanto, as telas de plasma sofrem mais com o reflexo, e por isso são indicadas para ambientes escuros, com uma iluminação apropriada. Esse tipo de tecnologia também é mais suscetível a locais de muita altitude e pode sofrer o efeito "burn-in", quando a imagem fica congelada durante muito tempo e marca a tela. Além disso, ela consome mais energia que o LCD ou o LCD LED.

Por fim, estão as televisões de OLED (Organic Light-emitting Diode). O OLED é um diodo emissor de luz, ou seja, um LED, mas que possui uma camada de filme orgânico que emite luz em resposta a uma corrente elétrica. Assim como o plasma, funciona melhor em ambientes escuros. Muito embora seja proclamado como sucessor do LED, o OLED ainda não deslanchou e poucos e caros modelos são encontrados nas lojas. Seu custo de produção é alto e a demanda ainda não é suficiente para baratear a tecnologia como aconteceu com suas antecessoras.

3) HD, Full HD ou Ultra HD?

A resolução da tela também é importante, pois dela depende a qualidade da imagem. No mercado, o mais comum é a Full-HD (High-Definition), com resolução de 1.920 x 1.080 linhas. Em alguns modelos menores, de 32 polegadas ou menos, pode ser encontrada a resolução HD, de 1.280 x 720 linhas.

A resolução mais alta disponível atualmente é a Ultra HD, também conhecida por 4K, com resolução de 3.840 x 2.160. O número de pixels é quatro vezes maior do que no Full HD, totalizando mais de 8 milhões de pixels.

INFOGRÁFICO: Veja diferenças entre resoluções HD, Full HD e 4K

Neste caso, vale lembrar que quanto mais pixels, melhor a qualidade de imagem. Porém, o conteúdo em 4K ainda é bastante escasso: o Netflix tem apenas quatro documentários com essa resolução e a segunda temporada de House of Cards. Mais conteúdo está por vir, mas para que ele chegue a casa do consumidor a própria Netflix recomenda o mínimo de 15 Mbps para que o vídeo seja executado sem problemas.

E ao contrário do Full HD, encontrado em filmes Blu-Ray, os conteúdos 4K não possuem uma mídia digital que os comporte. Uma solução ainda está em desenvolvimento.

Também é importante dizer que o padrão brasileiro de televisão digital por enquanto só entrega imagens em no máximo Full HD (1.080i). Ou seja, transmissão 4K a curto prazo só em canais pagos ou de caráter experimental. Resumindo, não há quase nada para ver em 4K atualmente.

4) Tecnologia 3D

Antes tido como uma grande inovação, o 3D se tornou mais um acessório do que um motivo de compra. A exigência de novos e caros equipamentos para gravar em 3D afastou os produtores de conteúdo de TV. Mas, querendo ou não, o consumidor acaba comprando uma TV com 3D se optar por modelos mais sofisticados, pois a tecnologia já é incluída como padrão.

Como no caso do 4K, não há muito conteúdo 3D para ser ver. Entre os canais abertos, apenas a Rede TV transmite em 3D. Nos canais fechados, não há oferta. Há alguns filmes 3D em Blu-ray, mas a oferta ainda é pequena. O mesmo dá para dizer de games para as plataformas Xbox ou Playstation.

Quanto aos óculos, há dois tipos: passivos e ativos. Óculos passivos são similares aos usados no cinema e costumam ser mais baratos, pois não têm componentes eletrônicos. Já no caso dos ativos, os óculos têm bateria e são sincronizados com o televisor, alternando rapidamente a imagem entre os olhos. Na prática, não há grande diferença de imagem entre os dois tipos.

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5) Conectividade

Entradas HDMI e USB, assim como o vídeo componente, já são uma constante nas televisões disponíveis no mercado. O Wi-Fi, que até pouco tempo estava em poucos modelos, também deixou de ser um problema. TVs sem Wi-Fi são raridade nas prateleiras.

Além desses recursos de conectividade, algumas trazem o Bluetooth, que pode se interessante se você estiver a fim de usar um teclado para melhor usufruir da sua SmartTV, por exemplo. O Wi-Fi Direct, uma espécie de rede sem fio que é capaz de conectar os dispositivos da sua casa à televisão sem a necessidade de um roteador, é outra novidade dos modelos mais recentes. Há ainda padrões como Miracast e DLNA, que permitem enviar imagens de smartphones e tablets compatíveis para TVs sem uso de fios.

6) Smart ou não Smart?

Muito embora ainda existam televisões que não são inteligentes, os grandes fabricantes apostam fortemente neste segmento. A chegada ao Brasil de serviços como o Netflix, que faz streaming de séries e filmes pela internet, tornam as versões inteligentes ainda mais tentadoras. Durante uma semana, o iG pôde conhecer melhor os sistemas das principais fabricantes – LG, Panasonic, Philips, Samsung e Sony – e atestar que, embora tenham evoluído bastante, as TVs ainda não são tão intuitivas quanto um smartphone, por exemplo.

Entretanto, em nenhum dos sistemas vistos isso chega a ser um problema, pois todos, alguns mais rapidamente do que outros, cumprem o que prometem em termos de inteligência.

Estão lá os principais aplicativos para SmartTVs – Netflix, Youtube, Skype, Facebook e Twitter. Na hora de escolher, vale testar as principais concorrentes na loja e ver qual sistema se adapta melhor à sua necessidade. Alguns dos sistemas têm mais opções de personalização, enquanto outros são mais simples e diretos.

Em termos de interface, alguns fabricantes como LG – com o WebOS, que segundo a fabricante deve chegar até o segundo semestre –, Philips e Sony já caminham para sistemas que funcionam integrados a TV digital. Ou seja, é possível ir de um canal da TV aberta para um serviço de vídeos no mesmo espaço, sem ter que sair da programação para acessar os serviços da parte inteligente. Em termos de usabilidade, é um evolução e tanto, pois interrompe e compartimenta menos a experiência do telespectador.

7) Controles remotos e acessórios

Todas as fabricantes possuem aplicativos para smartphones que funcionam como controle remoto e que facilitam o acesso às funções inteligentes da televisão. Para tanto, basta que ambos os aparelhos estejam usando a mesma rede. Há também alguns controles que têm botões específicos para certos recursos inteligentes. O controle da Panasonic, por exemplo, tem um botão Netflix. Já o da Sony tem um botão para a função futebol.

Em alguns casos, uma mesma TV pode vir com dois controles remotos, um mais completo e um mais simples. Em alguns casos, o segundo controle deve ser comprado separadamente.

Panasonic, Samsung e Sony possuem um segundo controle menor, com funções básicas como mudar de canal e aumentar ou diminuir o volume, que trazem um painel de toque similar ao que encontramos em notebooks para facilitar o acesso à Smart TV.

Já a LG aposta em um controle que funciona de forma similar ao controle do Wii, ou seja, usa os movimentos do usuário para mover o cursor na tela. Nesse sentido, a Philips foi a que mais recursos colocou no seu controle padrão. Além de funcionar como um mouse, ele traz na parte posterior um teclado. Já a Samsung possui, além de um controle com painel de toque, um teclado próprio para TVs (vendido separadamente).

Câmeras também podem ser um acessório interessante para TVs se você é do tipo que se interessa em fazer chamadas pela internet também na televisão. Algumas TVs vêm com câmera embutida. Elas são capazes até de reconhecer rostos e movimentos ou de acompanhar a pessoa que está na frente da TV até certo ângulo. As câmeras podem ser divertidas, mas, levando em conta os recursos observados pelo iG nas demonstrações das TVs, os aplicativos de comunicação, como o Skype, ainda precisam ser aprimorados.

A vez e a hora do monitor 4K Ultra HD

Mais do que linhas e colunas a mais na tela, os monitores com resolução 4K são capazes de reproduzir textos mais legíveis e imagens com tons mais ricos. Este é o segundo post da nossa série “Copa sem Futebol“, que vai dar dicas de tecnologias, serviços e produtos para quem não é fã de marmanjos correndo atrás de bola em comoção nacional.

Depois do estabelecimento da resolução de tela Full HD como padrão de mercado, os fabricantes já estão prontos para colocar no mercado o próximo salto tecnológico: o 4K que, a grosso modo, dobra o padrão existente — de 1.920 x 1.080 para 4.096 x 2.160 pixels — ou o mesmo que espremer quatro pontos de imagem no mesmo espaço hoje ocupado por apenas um.

De fato, o nome 4K vem da resolução horizontal — 4.096 pixels — que, para facilitar a comunicação para o mercado foi arredondado para 4 mil (pixels) ou 4K.

Vale a pena observar que existe uma variante do 4K com menos pontos por linha — 3.840 x 2.160 pixels — que está sendo chamado de Ultra HD (ou simplesmente “UHD“) que, para fins práticos, é praticamente a mesma coisa já que esses 256 pontos a menos por linha não farão muita diferença no resultado final.

Assim, existe a tendência de que alguns fabricantes adotem o termo “4K” enquanto que outros prefiram “Ultra HD” e um terceiro grupo até misture tudo (“4K Ultra HD”) para descrever os seus produtos que, na sua essência, se tratam da mesma coisa.

O bom senso nos diz que a utilidade do 4K é bem óbvia nas telas de TV já que elas ficam cada vez maiores e mais “espetaculares”. Porém, essa percepção talvez não fique tão clara quando pensamos sobre o seu uso em telas de PC, onde podem surgir questionamentos do tipo:

Quais as vantagens de adotar essa tecnologia?
Eu realmente preciso de resolução 4K?
Estou preparado para isso?

Para compreender esse novo paradigma é interessante saber qual é o atual estado dos padrões de tela no nosso mercado. Segundo a Wikipedia, existem pelo menos 20 padrões de tela (sem contar as suas sub-variantes)…



… que vão do singelo CGA (320 x 200 pixels) até o impressionante QSXGA (2.560 x 2.048 pixels) apesar de que os mais comuns atualmente no nosso mercado são, de longe, o WXGA (1.366 x 768 pixels), seguido pelo Full HD (1.920 x 1.080 pixels) e o WUXGA (1.920 x 1.200 pixels).

Essa comparação mostra que o 4K (4.096 x 2.160 pixels) e o Ultra HD (3.840 x 2.160 pixels) oferecem um significativo dramático aumento de informação gráfica na tela, mas se esse ganho não é na forma de telas maiores para acomodar os novos pixels, que vantagem teremos?

Talvez o exemplo mais conhecido que responda a essa dúvida seja a famosa Tela Retina introduzida pela Apple em seus produtos que nada mais é do que uma tela LCD IPS de altíssima resolução (se comparada com um modelo convencional de mesmo tamanho) cuja densidade de pontos é tão alta que o olho humano não é capaz de ver pontos individuais na distância normal de uso.

Fora isso, uma maior densidade significa que um ponto de imagem pode ser formadas por mais de um pixel — sendo que cada um deles pode emitir um tom diferente de cor — proporcionando assim um maior número de tons e sub-tons o que resulta numa reprodução de imagem mais fiel e precisa.

Essa característica, por sinal, pode soar como música nos ouvidos de profissionais de vídeo, artes gráficas e principalmente fotógrafos que hoje já trabalham com imagens que podem chegar mais que o dobro do 4K. Um bom exemplo o novo sensor de 32 MP da câmera Sony Alpha 7R captura imagens de até 7.360 x 4.912 pixels! Assim, com um monitor 4K esses profissionais podem se beneficiar amplamente dos monitores 4K que serão capazes de apresentar imagens com mais detalhes e nuances de cor.



No segmento de entretenimento, além da reprodução de vídeos o 4K pode representar um considerável ganho de qualidade na reprodução de conteúdo em 3D, em especial dos chamados sistemas passivos (com óculos polarizados) já que a maior crítica a essa tecnologia é que no modo 3D sua resolução cai pela metade. Fato é que isso vai continuar a acontecer no 4K, mas só que nesse caso, a queda na resolução irá resultar numa imagem em Full HD, o que não pode ser considerado uma imagem ruim nos dias de hoje, né?

Com relação aos jogos de PC é fato que o 4K tem muito a oferecer, mas ao contrário das TVs cujo revés ainda é a oferta de conteúdo nesta resolução nativa, no caso do PC além da adaptação dos jogos para trabalhar nessa nova resolução é preciso que a aceleradora gráfica seja capaz de suportar “graficamente” a demanda na nova tela, cujo tamanho da tela praticamente dobra, ou quadruplica se pensarmos em termos de pontos de imagens a serem processados pela GPU.

Esse talvez seja o maior cuidado que o usuário mais empolgado com essa tecnologia deve tomar, ou seja, certifique-se que sua aceleradora gráfica é capaz de suportar esses novos modos de tela, em especial os usuários de notebooks cuja resolução de saída não costuma ultrapassar o Full HD.

Além disso, certifique-se que o monitor 4K do seu interesse venha equipado com uma interface de vídeo compatível/disponível no seu PC. Já adiantamos que, pela demanda de tráfego de informação desse tipo de equipamento, é pouco provável que ele aceite entradas de vídeo analógico — como o bom e velho VGA — e numa dessas, até outras interfaces mais antigas como DVI e HDMI podem não ser compatíveis com 4K.

Desse modo, a aposta mais certa está no DisplayPort.

Ainda em tempo:

A Philips promete lançar “em breve” no Brasil seu primeiro monitor com resolução 4K, o modelo Brilliance UltraClear UHD 288P6JEB. A tela tem resolução nativa de 3.840 x 2.160 pixels, 1 ms de tempo de resposta para games e portas DisplayPort, HDMI, DVI e VGA.



(Fonte: Mário Nagano @ztopztop) - 11/05/2014
Samsung lidera venda de smartwatches com 34%, diz pesquisa

Com 800 mil unidades do Galaxy Gear vendidas em 2013, a Samsung é a líder do mercado de smartwatch com 34%, é o que afirma um novo grupo de pesquisa foi criado para avaliar o crescimento do mercado de smatwatch no mundo, o SWG (Smartwatch Group). As informações do grupo ainda mostram que a Nike possui a segunda posição do mercado com 9% e a Garmin possui a terceira com 8%.

O SWG é um grupo independente com sede em Zurique (SUI) que pretende analisar o crescimento do mercado de relógios inteligentes para os próximos. Capitaneado por Pascal Koenig, diretor do grupo com experiência no mercado de relógios inteligentes, o projeto já conseguiu analisar a existência de 40 companhias com smartwatches em venda ou desenvolvimento no mundo que renderam US$ 700 milhões em 2013.

Outra informação colhida pelo grupo mostra que um terço dos criadores de relógios inteligentes do mercado são statups – com menos de cinco anos de existência.

Entre outros dados, a empresa de Koenig ainda relata a existência 20 mil desenvolvedores de smartwatches no mundo, 50% das empresas que desenvolvem os aparelhos estão na China e Estados Unidos, 20% dos gadgets são destinados aos mercados de esportes e saúde. O SWG ainda afirma que 90% possuem Bluetooth Low Energy (BLE) para se conectar aos smartphones e a média de preço dos aparelhos seria US$ 225.


(Fonte: Terra) - 11/05/2014
Saiba como encontrar backup feito pelo sistema iTunes, da Apple

A leitora Laura entrou em contato com o UOL Tecnologia porque enfrenta problemas com o iTunes, da Apple. De acordo com ela, um backup de seus arquivos no iPhone foi efetuado pelo programa, mas agora ela não sabe como acessá-lo.

Se tiver alguma dúvida sobre tecnologia, envie um e-mail para uoltecnologia@uol.com.br, que ela pode ser respondida.

O iTunes pode armazenar o backup em dois lugares: no serviço iCloud ou no computador em que o aparelho estava conectado (a escolha fica a critério do próprio usuário).

Se optar pela cópia feita no PC, os dados podem ser recuperados por meio do próprio iTunes. Para isso, basta conectar o telefone ao computador, acessar o software multimídia, clicar no botão "iPhone" e, depois, "Resumo".

Já para encontrar a cópia no serviço de armazenamento em nuvem iCloud, acompanhe o tutorial:


1. Entre no site do iCloud (https://www.icloud.com). Coloque seu ID Apple e senha para acessar o conteúdo


2. Clique no ícone correspondente aos arquivos que você quer acessar. Vale ressaltar que a plataforma mostrará apenas aquilo que você selecionou para fazer o backup. Se você não incluiu fotos e áudios, por exemplo, o iCloud não retornará o conteúdo


3. Agora é só copiar o arquivo desejado. Aqui, usamos os contatos como exemplo. Mas poderiam ser fotos, vídeos e outro tipo de conteúdo

Samsung abre centro para desenvolver aplicativos em SP

A Samsung lançou nesta terça-feira sua nova sede para treinamento de estudantes e desenvolvedores, o Ocean Samsung, em São Paulo. A proposta do novo escritório localizado na região da Faria Lima é funcionar como um centro de treinamento para a comunidade de desenvolvedores e estudantes.

"Muitos desses desenvolvedores têm background de tecnologia, mas são carentes de treinamento e orientação profissional", afirma o diretor da companhia, Fábio Croitor.

"A Samsung é uma das empresas que mais desenvolve patentes nos Estados Unidos, ao lado da IBM", conta Yananbae Kim, presidente de pesquisa e desenvolvimento da companhia no Brasil. Com mil funcionários dedicados ao desenvolvimento apenas no Brasil, 600 em Campinas e 400 em Manaus, Yananbae diz que o Ocean não deve integrar profissionais ou comprar suas startups. "Gostaria que o novo centro funcionasse como um instituto", explica o executivo sul-coreano.

Atualmente, a Samsung investe 6% de seu lucro em pesquisa e desenvolvimento, cerca de US$ 13,6 bilhões. O Ocean já possui parcerias com entidades como Universidade Presbiteriana Mackenzie, Universidade de São Paulo (USP), Centro Universitário Anhanguera, Universidade Estadual Paulista (Unesp) e Universidade do Estado do Amazonas.

"É uma via de mão dupla", defende Croitor. "As universidades formam grupos de estudos e trazem os alunos porque interage com o meio acadêmico. Por outro lado, elas cedem seus professores."

A parceria com a universidade amazonense terá ainda outra instalação além do Ocean, que será construída dentro da instituição em Manaus. Dentro do espaço de 500 metros quadrados, a Samsung oferecerá cursos livres de curta duração e intensivos, esses devem durar um semestre. Até o fim de 2014, a Samsung espera que o centro receba quatro mil alunos.

Dia do desenvolvedor
A Samsung ainda anunciou a primeira edição do Developer Day no Brasil, um evento dedicado aos desenvolvedores dos produtos e as novidades tecnológicas da companhia. O evento deve durar dois dias, oferecendo palestras e uma hackaton, espécie de maratona dedicada ao desenvolvimento de aplicativos.

Questionado se a Samsung deve lançar algum produto no Brasil durante a conferência, como fazem a Microsoft e a Apple em encontros do gênero, Croitor negou a possibilidade.

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Sobre o Portal da 25 de Março

O Portal da 25 de Março foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área doméstica em geral.