A Nokia anunciou nesta segunda-feira (14) que começará a vender neste mês no Brasil o Lumia 925, um de seus smartphones topo de linha, e o Lumia 1020, celular dedicado à fotografia.
Desbloqueados, o Lumia 925 custará R$ 1.799 e começará a ser vendido na próxima semana enquanto o 1020, já à venda, custa R$ 2.399. O anúncio foi feito durante um evento para a imprensa, no Rio.
O Lumia 925 é o concorrente do iPhone e do Galaxy S4. Roda o sistema operacional Windows Phone 8, tem tela amoled HD de 4,5 polegadas, processador com dois núcleos de 1,5 GHz e câmera de 8,7 Mpixels.
Já o Lumia 1020 tem como maior apelo a fotografia. Sua câmera tem 41 Mpixels, lentes Carl Zeiss, um sensor maior que a média dos smartphones, estabilização ótica, opções avançadas de controle e flash do tipo Xenon.
Uma tecnologia similar já tinha sido usada pela Nokia no 808 PureView, lançado pela empresa em 2012, mas o aparelho rodava o sistema operacional Symbian, hoje abandonado. O 1020 é o primeiro Windows Phone da Nokia a ganhar uma câmera tão poderosa.
Além dos recursos fotográficos, o 1020 vem com uma tela Amoled HD de 4,5 polegadas, processador com dois núcleos de 1,5 GHz, e versões com capacidade de armazenamento de 32 Gbytes ou 64 Gbytes (esta exclusiva para a operadora Vivo, ainda sem preço divulgado).
Tanto o Lumia 925 quanto o Lumia 1020 haviam sido lançados em julho nos Estados Unidos.
O jornalista BRUNO FÁVERO viajou a convite da Nokia
Poucas vezes nos últimos anos um smartphone gerou tanta expectativa quanto o Moto X, primeiro celular concebido, desenvolvido e lançado pela Motorola sob a supervisão do Google, que adquiriu a fabricante em 2012.
Quem queria um celular com hardware de ponta para bater as telas gigantes e os superprocessadores da concorrência, se decepcionou --uma olhada na lista de especificações técnicas dá a impressão de que o Moto X é smartphone intermediário.
Mas não é. Na verdade, a Motorola parece ter aprendido a lição que os iPhones dão há anos: usuários se importam com a experiência de uso, não com a densidade de pixels da tela ou com o número de núcleos do chipset.
Assim, fez um aparelho que, se não tem o hardware mais potente, consegue integrá-lo ao software como poucos.
O Moto X tem uma tela razoavelmente grande (4,7 polegadas), mas o corpo do aparelho é menor do que o de outros modelos com displays equivalentes, como o Nexus 4 ou o HTC One.
As dimensões reduzidas somadas a sua traseira arredondada com acabamento emborrachado proporcionam uma pegada bastante confortável e segura, mesmo para quem tem mãos pequenas.
Como mencionado, seu hardware não se equipara ao de outros modelos topo de linha, mas o Moto X não tem problemas para executar games exigentes como o "Real Racing 3", e a navegação acontece sem engasgos.
Um limitação que pode incomodar é a falta de entrada para cartão SD, que limita o usuário aos 16 Gbytes de armazenamento interno.
Apesar de não pertencer à linha Nexus, do Google, o Moto X vem com um sistema operacional bastante similar ao Android "puro", e as intervenções da Motorola são pontuais e bem-vindas.
Limitam-se à implementação de funções como o Connect, que permite ver e mandar SMS pelo navegador Chrome; o Migração, que transfere os dados de um celular antigo para o novo por wi-fi; e o Assist, que usa informações do calendário e do GPS para alterar configurações do aparelho quando o usuário está em reunião ou dirigindo.
O reconhecimento de voz, um dos responsáveis pela alvoroço em torno do Moto X, funciona razoavelmente bem, mas não é uma revolução no modo de usar o celular.
Além de limitado (é possível apenas fazer ligações, buscas no Google e procurar rotas no Maps), ele respondeu a outras vozes, o que não deveria acontecer, visto que ele supostamente reconhece apenas o dono do celular.
Outro aspecto alardeado nos EUA, a personalização das cores dos botões e carcaça do Moto X, não está, pelo menos por enquanto, disponível no Brasil.
O Google anunciou uma atualização para seus termos de serviço que permitirá que a empresa use nomes de usuários, fotos, avaliações e comentários feitos nos sites da companhia (como Google Plus e YouTube) em anúncios on-line.
A partir de 11 de novembro, quando as novas regras entram em vigor, o Google será capaz de mostrar o que a empresa chama de recomendações compartilhadas em mais de dois milhões de sites que fazem parte da rede de publicidade do Google, que alcançam cerca de um bilhão de pessoas.
Virginia Mayo/Associated Press
Logotipo do Google no escritório da empresa em Bruxelas, Bélgica
Ao pesquisar um restaurante, por exemplo, você pode ver um anúncio on-line do estabelecimento que inclui a imagem e a classificação por estrelas feita por um amigo --o que é um grande chamariz para marcas.
"Com o feedback de pessoas que o usuário conhece, ele pode economizar tempo e melhorar os resultados para si e para seus amigos em todos os serviços da Google", diz trecho de texto sobre a mudança, postado no site do Google.
A companhia disse que os usuários têm a chance de editar as configurações de privacidade dos serviços para não serem incluídos nos anúncios. Menores de 18 anos estão automaticamente excluídos do programa.
Ainda não está claro como as informações serão utilizadas ou mesmo se caberá às anunciantes escolherem o material, como já é feito no Facebook, em que marcas podem escolher comentários positivos para serem veiculados como anúncios com a ajuda da ferramenta "histórias patrocinadas".
O Google iniciou nesta quarta-feira (2) as operações na Argentina do seu serviço Street View, com o qual vai capturar imagens em 360 graus de cinco cidades do país sul-americano, que começarão a estar disponíveis para os internautas nos próximos meses.
Os carros que vão captar as imagens das ruas começaram a circular pela capital argentina já nesta quarta-feira. Além de Buenos Aires, o Google vai registrar as cidades de La Plata, Córdoba, Santa Fé e Rosário. O serviço estará disponível para os internautas em um prazo de seis meses.
A Amazon, que entrou no negócio de gadgets com o leitor eletrônico Kindle, pretende vender um equipamento que pode transmitir conteúdo de internet para televisões até o fim do ano, reportou o "Wall Street Journal" nesta quinta-feira (3).
A varejista online entrou em contato com desenvolvedores de software de mídia e provedores de televisão a cabo nas últimas semanas, com a intenção de assegurar parcerias de conteúdo para o aparelho até o meio de outubro, segundo o jornal, citando pessoas com conhecimento do assunto.
A Amazon não respondeu imediatamente os pedidos de comentários da Reuters.
O equipamento está sendo chamado de "Cinnamon", e a data de lançamento ainda não foi decidida.
Se for adiante com seus planos, a Amazon entrará em um mercado no qual atuam a Apple e a Roku, que vendem aparelhos que transmitem conteúdo fornecido por empresas como Netflix.







