A loja virtual de músicas, filmes, seriados de TV e livros iTunes, da Apple, pode ganhar uma versão para dispositivos com sistema Android, do Google, de acordo com reportagem do site da revista "Billboard".
Segundo o site, a Apple estaria considerando lançar seu serviço de conteúdo multimídia digital para a plataforma concorrente do sistema iOS para expandir ainda mais o serviço para um público maior. A empresa estaria conversando com diversas gravadoras para tentar fechar um acordo.
Além da compra de conteúdo, os usuários poderiam acessar músicas por meio de streaming no serviço iTunes Radio, que compete direto com outros serviços como o Spotfy, muito popular nos Estados Unidos.
A "Billboard" diz, contudo, que o acordo para lançar a iTunes Store no Android não é simples e é necessário autorização do Google para que o aplicativo seja disponibilizado na loja virtual Google Play. A publicação também afirma que as conversas entre Apple e gravadoras ainda está em estágio inicial e que o serviço, se os acordos forem concretizados, não deve ser lançado em breve.
Na semana em que comemora oito anos de atividades, o Twitter lançou um site chamado "First Tweet" (primeiro tuíte, em tradução livre) que permite aos usuários verem seu primeiro tuíte publicado no microblog em que as mensagens têm até 140 caracteres.
Fundado em 21 de março de 2006, o Twitter fará oito anos nesta sexta-feira (21), e essa foi a forma de comemorar.
Além de ver o que escreveu em sua estreia, o site permite a quem tiver uma conta na rede social ver o que outros usuários publicaram ao entrar na rede social ( clique aqui para acessar).
Como o serviço é aberto a qualquer um, basta colocar o nome da conta do Twitter e assim é possível ver a primeira publicação de amigos e tuitá-las no microblog. A rede social também afirma que, com a ferramenta, quem publica muitas mensagens no serviço pode ver a primeira delas facilmente.
Em novembro de 2013, a empresa passou a negociar suas ações na Bolsa de Nova York sob o signo TWTR. Na oferta pública inicial, levantou US$ 1,82 bilhão, o que conferiu valor de mercado a ela de US$ 14 milhões.
Ao longo de sua existência, o microblog foi o canal para novidades virem à tona, apesar da limitação de caracteres --proposital para se aproximar do tamanho de um torpedo enviado via celular, que possui 160 caracteres.
O presidente Barack Obama comemorou a vitória na corrida presidencial dos Estados Unidos publicando uma foto em que abraçava sua esposa, Michelle. A postagem era a mais retuitada da história até que, durante o Oscar de 2014, a apresentadora da cerimônia, Ellen DeGeneres tirasse uma "selfie", cercada de estrelas de Hollywood, como Meryl Streep, Bradley Cooper e Brad Pitt.
Nem só de clamour é feito o Twitter. No ano passado, o microblog trouxe ao Brasil um sistema de envio de mensagens para situações de emergência, como enchentes, deslizamentos e catátrofes ambientais. O serviço foi criado após o microblog ter sido amplamente utilizado para auxiliar no resgate às vítimas do Tsunami que atingiu o Japão há três anos.
Donos do monopólio da entrega das correspondências no Brasil, os Correios agora tentam diversificar as fontes de renda para driblar a queda no volume de cartas enviadas. Uma delas será as vendas de produtos relacionados à telefonia celular no Brasil, com início até novembro de 2014. A guinada transformará as mais de 7 mil agências em quiosques que venderão lado a lado aparelhos de celular, envelopes, cartões de recarga e selos, além de funcionar como balcão de atendimento.
"A gente está falando em faturar em torno de R$ 1,5 bilhão a partir do quinto ano [do novo empreendimento]", explica Antonio Luiz Fuschino, vice-presidente de Tecnologia e Infraestrutura dos Correios, ao G1. "A operadora vai ser mais uma fonte de faturamento para que as receitas do mundo concorrencial superem as do mundo postal", diz.
Por isso, a estatal, que já atua na área financeira, com o Banco Postal, com a entrega de encomendas e no setor logístico, resolveu passar a atuar também nas telecomunicações.
Para viabilizar essa operação, os Correios firmaram um acordo com a holding do Grupo Poste Italiane, o serviço de correio da Itália, com a qual formará uma joint venture. A empresa ainda não tem nome definido.
A entrega de cartas, que responde por cerca de 50% do faturamento, é vista como negócio em declínio e a dependência dela é chamada de vulnerabilidade postal.
Telegrama pelo celular
O investimento previsto dentro de cinco anos é de R$ 150 milhões, 51% por parte da italiana e o restante, saídos dos cofres dos Correios. Será essa empresa que pedirá à Agência Nacional de Telecomunicações ( Anatel) autorização para se tornar uma operadora virtual, chamada de MVNO.
As virtuais são empresas que não dispõem de infraestrutura de rede própria, mas utilizam a de outras teleoperadoras. Primeira operadora virtual do Brasil a vender planos a consumidores, a Porto Seguro Conecta, por exemplo, faz uso das antenas da TIM. Outra operadora virutal existente é a Datora.
Segundo Fuschino, os Correios já conversaram com Vivo, TIM e Claro, e só não se sentaram à mesa com a Oi por um problema de agenda. Nas reuniões, os Correios apresentaram o projeto da MVNO e tentaram identificar se havia interesse.
Como a ideia é associar os vários negócios dos Correios, os futuros clientes poderão "movimentar a conta e [fazer] transações postais". Por meio de aplicativos, será mais fácil mandar telegramas ou rastrear facilmente encomendas.
Fuschino explica que o envio de telegramas pelo celular funcionará como se fosse um e-mail, com campos para inserir o endereço de destino e o texto da mensagem. "Hoje, a gente tem pela internet, mas o cliente tem que colocar o [número do] cartão de crédito. Quando for pelo celular, se for pré-pago, por exemplo, vai descontar o valor do serviço do saldo dele. Se for pós-pago, e ele tiver conta no Banco Postal, poderá debitar na conta dele".
Modelo de negócio
O pedido para operar como rede virtual será enviado à Anatel dentro de 45 a 60 dias, quando, segundo o executivo, o acordo com a operadora que fornecer a infraestrutura já estará fechado. Como a lógica da permissão de uma operadora virtual é reduzir custos para o usuário, a Anatel leva em conta a capacidade da operadora de origem e os preços.
A opção pela joint venture com o Gruppo Poste Italiane ocorreu devido a dois fatores: o primeiro é que apenas recebem autorização para funcionar como operadora virtual as empresas que apresentam as telecomunicações como objetivo social, coisa que os Correios só conseguiriam se alterassem seu estatuto via projeto de lei aprovado pelo Congresso – o que poderia demorar muito.
A outra razão é que os Correios precisavam de um parceiro com experiência na área para tocar a operação. Criada em 2007, a Poste Mobile, operadora virtual da empresa de correios italiana, já atende a quase 3 milhões de clientes. A Poste Italiane é considerado modelo para os Correios. Devido à aposta na telefonia celular e ao faturamento dos negócios financeiros, a Poste tem a chamada baixa vulnerabilidade postal, situação desejada pelos Correios.
"A gente procurou alguém que tivesse um modelo muito semelhante com aquele que a gente está procurando", diz Fuschino. Segundo ele, as operadoras virtuais atendem entre 4% e 10% do total de assinantes de telefonia móvel. Entre as MVNOs que existem nos países europeus, as operadoras virtuais dos correios são líderes.
Tentativa de emplacar no Brasil
Se na Europa as MVNOs já decolam, no Brasil, ainda voam baixo. Depois de entrar no mercado em agosto do ano passado, a Conecta, braço na telefonia da seguradora Porto Seguro, possui 101 mil clientes. A outra operadora virtual no mercado, a Datora, tem 19,6 mil.
"A gente imagina que em um intervalo de cinco anos consigamos alcançar até 8 milhões de clientes", afirmou o vice-presidente de Tecnologia e Infraestrutura dos Correios ao G1. Se a empresa tivesse esse número de clientes hoje, seria a quinta maior do país.
Na estratégia para alcançar essa clientela, os Correios contam com uma grande rede de distribuição já instalada e pronta para vender chips de celular e os próprios aparelhos: mais de 7 mil agências espalhadas pelo Brasil.
Os detalhes de como os planos serão construídos ainda dependem da escolha da operadora parceira e de como a negociação ocorrerá, mas Fuschino adianta que "além do baixo custo, a gente pretende oferecer serviços de valor agregado".
Fábio Amato Começa a funcionar na segunda-feira (17) o sistema desenvolvido pelas operadoras brasileiras para bloquear no país aparelhos como celulares e tablets, piratas ou mesmo originais, que não possuem certificação da Agência Nacional de Telecomunicações ( Anatel). Porém, esses eletrônicos vão continuar a funcionar normalmente pelo menos até setembro, quando as desativações devem efetivamente começar. Até lá, o sistema vai apenas montar um banco de dados com informações sobre os equipamentos em uso no Brasil.
A medida vai atingir todos os aparelhos que usam chip e acessam a rede móvel das operadoras, incluindo tablets e até maquinas de cartão de crédito, desde que não sejam homologados. O site da Anatel permite a consulta dos aparelhos homologados e certificados (veja aqui).
Também podem deixar de funcionar eletrônicos originais, importados ou comprados no exterior, cujo modelo não seja certificado no Brasil. Para estes casos, a recomendação da agência é que os consumidores, antes de comprarem equipamento fora do país, confirmem antes se o modelo já foi homologado aqui.
Bancado por operadoras
A criação do Sistema Integrado de Gestão de Aparelhos (Siga), que vai permitir o bloqueio, atende a lei do setor de telecomunicações que diz que só podem funcionar aqui aparelhos homologados pela Anatel, ou seja, que comprovam o cumprimento de algumas exigências técnicas e, por isso, recebem um selo da agência.
Este selo pode ser encontrado nas embalagens ou nos próprios aparelhos e a Anatel orienta os consumidores a confirmar a presença dele antes da compra.
O desenvolvimento desse sistema foi revelado pelo G1 em novembro de 2012. Na época, a previsão era que entraria em funcionamento no primeiro trimestre de 2013. Ele é bancado por Oi, Claro, TIM e Vivo a um custo estimado de cerca de R$ 10 milhões.
Cerco ao xing ling
O principal objetivo da Anatel e das empresas é retirar do mercado equipamentos de baixa qualidade, conhecidos como “xing ling”, e que normalmente entram no país via contrabando. Segundo a agência, eles podem prejudicar a saúde dos usuários, pois não se sabe o nível de radiação que emitem e nem os componentes que usam, o que leva a risco até de explosão. Além disso, podem provocar ruídos na rede das operadoras e atrapalhar o uso do serviço de voz ou internet móvel por outros clientes. E, no caso dos contrabandeados, o governo ainda deixa de arrecadar impostos.
Entretanto, a Anatel e as operadoras não têm ideia de quantos aparelhos não homologados estão em funcionamento hoje no país. Com a entrada em operação do Siga, vai ser possível conhecer esse número.
Sem surpresas
O superintendente de Controle de Obrigações da Anatel, Roberto Pinto Martins, diz que os bloqueios só devem começar daqui a seis meses e que os usuários que usam aparelho irregular serão avisados antes de terem o serviço cortado.
“Provavelmente teremos uma campanha [para orientar os usuários], mensagens com avisos. Ninguém vai ter o aparelho desabilitado de um dia para o outro”, disse Martins. Porém, ele orienta os consumidores a desde já evitar a compra de não certificados. “As pessoas têm que tomar cuidado para não fazer investimento em um telefone que pode depois não funcionar.”
De acordo com o superintendente, passado esse período de seis meses, o Siga deve, primeiramente, passar a impedir a entrada de novos aparelhos irregulares na rede das operadoras. Isso quer dizer que o bloqueio vai ocorrer no momento em que a pessoa fizer a habilitação de um novo chip usando equipamento não certificado.
O segundo passo, que ainda não está confirmado, seria o bloqueio dos telefones que já estão em funcionamento. Segundo Martins, porém, a Anatel pode optar por não adotar essa medida. “A tendência é que esses aparelhos não certificados que estão em operação desapareçam com o tempo. Eles terão que ser substituídos eventualmente e, quando a pessoa fizer isso, não vai mais poder dar entrada na rede com celular irregular.”
Como vai funcionar
A Anatel não dá muitos detalhes do funcionamento do Siga, pois alega que isso pode facilitar a ação de fraudadores que tenham a intenção de driblá-lo para continuar usando aparelhos irregulares. O sistema será operado pela ABR Telecom, que já é responsável pela administração da portabilidade numérica e pelo sistema que bloqueia celulares roubados.
A partir de segunda (17), portanto, o Siga vai montar um banco de dados dos telefones e outros aparelhos como tablets em uso no Brasil e que estejam ligados à rede de Oi, Vivo, TIM e Claro. Quando o usuário faz uma chamada de voz ou acessa a internet móvel, acontece uma troca de informações entre o aparelho que ele usa e a rede da operadora. É assim que o sistema vai conseguir identificar se aquele equipamento é ou não homologado.
Esse reconhecimento será feito por meio do código de identificação dos aparelhos, o chamado IMEI, captado pela central das operadoras. A Anatel possui uma relação dos IMEI de todos os modelos homologados no país. O que o sistema vai fazer é comparar o código do telefone com essa relação mantida pela agência e, se o número não estiver na lista, vai impedir que ele seja usado para fazer chamadas ou acessar a internet usando a rede móvel.
A Anatel nega que o Siga terá acesso a outras informações contidas nos aparelhos, como a relação das chamadas feitas pelos usuários, sites acessados com o celular ou o tablet e a agenda de contatos.
A Apple liberou no sábado (8), a versão atualizada do aplicativo Pessoa Física, da Receita Federal, para iOS. O app inclui a função m-IRPF para declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2014 e foi liberado com dois dias de atraso em relação ao previsto.
Na quinta-feira (6), quando a Receita começou a receber as declarações do IR 2014, o aplicativo móvel ganhou a atualização para dispositivos móveis com o sistema Android, do Google. Acesse aqui para fazer o download do app.
A Receita Federal informou que a liberação do m-IRPF para iOS estava a cargo da Apple. "O que a Receita Federal tinha de fazer [para distribuir o aplicativo] ela fez. Agora a disponibilização é com a Apple", informou a assessoria de imprensa do órgão na quinta-feira ao G1.
O link para donwload dos aplicativos também pode ser encontrado no site da Receita Federal (acesse aqui).
Procurada pelo G1, a Apple não se posicionou sobre o atraso na liberação do aplicativo do IR 2014.







