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Notícias na 25 de março

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Relógio inteligente Pebble anuncia 275 mil unidades vendidas

A fabricante do relógio inteligente Pebble anunciou nesta quinta-feira (11) que recebeu 190 mil pedidos do aparelho na pré-venda, totalizando 275 mil aparelhos vendidos desde o início do ano, quando foi lançado.

No ano passado, a empresa arrecadou mais de US$ 10 milhões na plataforma de investimentos Kickstarter, prometendo unidades para as 85 mil pessoas que apoiaram o projeto com doação mínima de US$ 99.

A pré-venda, que começou em 7 de julho, realizada pelo site americano de varejo Best Buy, que comercializa o produto por US$ 150 (R$ 340).

A Folha testou uma das primeiras unidades do Pebble em abril. Apesar de ser prático para visualizar alertas do smartphone, o aparelho pecava pela falta de apps.

Marcelo Justo/Folhapress

Pebble, uma dos ícones do site Kickstarter, já começou a chegar aos consumidores

Relógio conectado Pebble que exibe notificações de smartphones e tem suporte a aplicativos

APLICATIVOS

O número de downloads de aplicativos para Pebble chegou a 1 milhão, de acordo com a empresa. A mensuração é feita pela quantidade de instalações de apps feitas em aparelhos com sistemas Android e iOS, que se conectam ao relógio.

"Nosso foco agora é apoiar desenvolvedores terceirizados", afirmou Eric Migicovsky, cofundador da Pebble, ao "TechCrunch".

"Isso significa que nossas ferramentas de desenvolvimento ficarão melhores, nós vamos ter como foco a maneira que os desenvolvedores podem disponibilizar ferramentas aos usuários. Isso é de nosso interesse, assim como dos desenvolvedores", disse o cofundador.

A Apple também planeja um relógio inteligente, entretanto, problemas com a marca "iWatch" estariam atrasando o lançamento.

(Fonte: COLABORAÇÃO PARA A FOLHA) - 15/07/2013
Com novo celular, Nokia reforça sua aposta em "supercâmeras"

Todas as fabricantes alardeiam as capacidades fotográficas de seus smartphones, mas nenhuma aposta tanto nelas quanto a Nokia.

No lançamento que fez na quinta passada (11), a empresa mostrou o Lumia 1020, celular com câmera de 41 Mpixels, resolução que é mais que o triplo do que tem o já acima da média Galaxy S 4.

Com o aparelho, que chega até o fim do ano no Brasil, a fabricante finlandesa diz estar "reinventando o zoom", já que as fotografias podem ser ampliadas até quatro vezes depois da captura, sem que haja perda significativa de qualidade.

A mesma tecnologia permite a criação de melhores fotos de resolução mais baixa e havia sido empregada no PureView 808, aparelho que, apesar das excelentes fotografias que faz, peca pelo tamanho exagerado e pelo sistema operacional obsoleto.

O Lumia 1020 não tem esses problemas: usa o Windows Phone 8, sistema que carece de aplicativos importantes, mas que é bonito e fácil de usar; e tem espessura máxima de 10,7 mm, maior que outros topo de linha, mas que permite que o celular entre em qualquer bolso.

No quesito fotografia, o telefone também se vale de estabilização ótica de imagens (a lente leva a marca da alemã Carl Zeiss).



Nos EUA, o celular será vendido por US$ 300 (cerca de R$ 679) a partir do dia 26, atrelado a um contrato de dois anos com a AT&T, o mesmo preço do iPhone 5 e US$ 50 a mais que o do Galaxy S 4 (valores para os modelos de 32 Gbytes de memória).

Antecessor do lançamento, o Lumia 920 chegou ao Brasil custando R$ 1.999.

Entre as demais características do smartphone, que tem tela de 4,5 polegadas, destaque negativo para a ausência de entrada para cartão de memória e para o peso, que é 41% superior ao do iPhone 5 e 22% ao do Galaxy S 4.

ALÔ, INSTAGRAM

Junto com o novo Lumia, a Nokia anunciou que o aparelho ganhará uma versão do app Hipstamatic, que posta no Instagram --uma reivindicação de usuários, já que a rede social fotográfica não tem aplicativo para o sistema Windows Phone.

A plataforma também terá uma versão do Vine, aplicativo de vídeos do Twitter, anunciou a Microsoft.


(Fonte: YURI GONZAGA DE SÃO PAULO) - 15/07/2013
Samsung anuncia chegada de cinco notebooks da linha Ativ ao Brasil

A linha de notebooks Ativ, da Samsung, chega ao Brasil com cinco modelos: Book 2, Book 4, Book 5, Book 6 e Book 9. O anúncio foi feito pela empresa em evento em São Paulo nesta quinta-feira (4), mesma data do início das vendas.

Com preço sugerido de R$ 1.399, o Book 2 é o mais básico de todos e inclui drive óptico para CD e DVD -- item ausente nos outros modelos, que priorizam leveza e menor espessura.

O Book 4, por exemplo, usa chassi de alumínio e tem 2,29 cm e 1,8 kg.

Entre os destaques do modelo Book 5, estão uma versão com tela sensível ao toque e uma bateria de longa duração -- a Samsung promete autonomia de até dez horas.

Segundo a empresa, o Book 6 é voltado aos usuários que buscam mais poder -- por isso, é equipado com uma "placa gráfica de alto desempenho".

O Ativ Book 9 é o topo de linha e tem como um de seus diferenciais uma tela full HD (1.920 x 1.080 pixels). Seus preço sugerido é R$ 3.999.

Inicialmente, nenhum dos modelos vendidos no Brasil tem processador da linha Haswell, a quarta e mais nova geração de chips Intel Core i3/i5/i7 já presente no concorrente MacBook Air, da Apple. A Samsung promete atualizações em futuros lançamentos.

A empresa ainda aproveitou o evento para divulgar a solução SideSync, que visa manter sincronizado o conteúdo entre notebooks e celulares da marca.

Firefox para Android rodará aplicativos do sistema móvel Firefox OS

O navegador Firefox para smartphones com sistema Android rodará aplicativos desenvolvidos para o Firefox OS, sistema operacional móvel da empresa.

A informação é de Lucas Rocha, engenheiro de interface de usuário do Firefox, durante o 14º Fisl (Fórum Internacional Software Livre), que acontece nesta semana em Porto Alegre.

Divulgação

Telas do Firefox OS, sistema para celulares da Mozilla

O brasileiro, que trabalha no escritório de Londres da Mozilla, disse que a novidade ainda não tem data de lançamento. O recurso deve funcionar da mesma forma que extensões do navegador web.

Segundo, Rocha, a medida da empresa não é "um tiro no pé". "A ideia de fazer apps para web, por definição, é poder fazê-los rodar em qualquer lugar", afirmou.

Rocha informou ainda que não há previsão de lançamento do Firefox para iOS. "Se não temos o poder de definir o que o navegador terá, não faz sentido o app para iOS", disse, criticando a restrição da App Store ao motor de javascript usado no aplicativo.

FIREFOX OS

Segundo o engenheiro da Mozilla, ainda não há previsão de lançamento de aparelhos com Firefox OS no Brasil.

Apesar do país ter sido a prioridade da empresa, que deseja atrair quem possui aparelhos básicos, a negociação com fabricantes enfrentou problemas. A Mozilla deseja trazer os smartphones com mercado com baixo custo.

Na Espanha, o primeiro país do mundo em que dispositivos com sistema Firefox começaram a ser vendidos, o ZTE Open é comercializado por € 69 (cerca de R$ 200).

Editoria de Arte/Folhapress

O jornalista Lucas Agrela viajou a convite do Fórum Internacional Software Livre

Missão é transmitir dados complexos de forma intuitiva, diz brasileira que trabalha no Google

A brasileira Fernanda Viégas, 42, comanda ao lado de Martin Watterberg o grupo Big Picture, dedicado à pesquisa e desenvolvimento de ferramentas de visualização de dados no Google.

É dela o Google+ Ripples (ou Google Eco, no Brasil bit.ly/googleeco ), lançado em 2011, que mostra a trajetória de compartilhamento de um link desde que foi postado.

Ao olhar para o gráfico, um círculo central mostra o nome do usuário que originalmente postou o conteúdo. Ao redor dele, círculos menores indicam quem compartilhou.

No Rio, Fernanda falou com a Folha sobre como seu trabalho ajuda a entender os novos fluxos de informação.

Ela não quis falar sobre o impacto disso na privacidade dos usuários. Por meio da assessoria de imprensa, o Google disse tratar-se de uma prioridade e que "centenas de milhões de dólares são investidos todos os anos".

A brasileira Fernanda, 42, que trabalha no Google
RAIO-X - FERNANDA VIÉGAS

IDADE E ORIGEM
42 anos, brasileira

FORMAÇÃO
Bacharel em design gráfico e história da arte pela Universidade do Kansas e PhD em Media Arts & Science pelo Massachusets Institute of Technology (MIT).

CARREIRA
Desenvolveu o Many Eyes, projeto experimental de visualização de dados públicos na IBM;
Lidera o grupo de pesquisa de visualização de dados Big Picture, no Google e tem projetos artísticos diversos, vários deles exibidos em museus. Conheça o WindMap (hint.fm/wind/ ) e outros trabalhos.

Pode explicar rapidamente o que mudou de dez anos para cá, com o aumento da quantidade de dados em circulação? O que se chama hoje de Big Data foi uma mudança apenas quantitativa ou também qualitativa?

Fernanda Viégas: A mudança foi quantitativa e qualitativa. É importante pensar em três dimensões quando se fala de big data.

Volume. 90% dos dados que existem hoje foram criados nos dois últimos anos; ou seja, o crescimento é exponencial. Hoje temos dados sendo gerados em contextos que não existiam antes: texto vindo de redes sociais, dados recolhidos por sensores, transações comerciais, etc.

Variedade. Há estimativas mostrando que cerca de 80% dos dados de empresas hoje não são numéricos. Isso significa uma variedade grande de formatos: texto, imagens, vídeo, áudio, etc.
E Velocidade, que não se refere somente à produção de dados, mas também ao seu processamento que deve acontecer rapidamente. Para processos em tempo real, como monitoramento de fraude por exemplo, os dados têm que ser processados como um stream em tempo real.

De que maneira esse fenômeno teve impacto sobre a visualização? E como é possível garantir a veracidade dos dados quando usamos ferramentas de visualização? Uma curva de dados pode revelar algumas coisas enquanto oculta outras, certo?

Hoje há muito mais dados disponíveis na web. Vários governos têm iniciativas para publicação de dados na rede. Cientistas também estão disponibilizando muitos dados de pesquisa. A tarefa de visualização tem se tornado um pouco mais fácil devido à criação de ferramentas gratuitas. Hoje há ferramentas de visualização que visam desde o usuário leigo (e.g. Many Eyes) até o desenvolvedor (e.g. d3.org, processing).

A visualização traz a vantagem de ressaltar claramente certos erros numa base de dados, por exemplo. Também é importante haver sempre uma conexão entre a visualização e os dados brutos para que se possa checar quaisquer dúvidas que surjam sobre a informação sendo mostrada.

Como diferenças culturais influenciam nossa interpretação de dados? E na criação de visualizações?

Diferenças culturais podem afetar a interpretação de visualizações de dados de maneira sutil. Um exemplo clássico se refere a leitura das cores. Enquanto o vermelho para nós significa perigo ou alerta, em alguns países asiáticos essa cor é bastante positiva, representando felicidade e coisas boas.

Como são criadas visualizações de streaming data, quando você não sabe que dados existem até ter esses dados?

Um dos maiores desafios quando visualizamos dados em tempo real é a variedade na amplitude. Sempre que desenhamos uma visualização, levamos em conta os valores mais altos e mais baixos dos dados. A ideia é que a variação de valores fique clara nas imagens que criamos. Quando lidamos com streaming data, nem sempre sabemos quais serão os valores extremos a cada momento.

O que você tem desenvolvido no Google? Quais são as particularidades desse trabalho?

Nossa missão no Google é criar visualizações que transmitam informações complexas aos usuários de maneira intuitiva. Já lançamos o Google+ Ripples, uma visualização que mostra como links se tornam virais na rede social. Também lançamos o YouTube TrendsMap, que mapeia os vídeos mais assistidos nos EUA em tempo real.

No Brasil ainda não temos uma cultura forte de disponibilização de dados abertos. Enxerga algum caminho para melhorar isso?

O Brasil já começou a dar os primeiros passos em prol da abertura de dados. Com a criação do dados.gov.br, o governo brasileiro abriu um diálogo com a população e reconheceu nesses dados um bem público.

Você disse que acredita que a visualização pode ser um meio que apela à emoção...

A visualização de dados é uma maneira de entendermos o mundo a nossa volta. Há dados impessoais mas também há muitos dados emocionais. Quando visualizamos nossas conversas com familiares, por exemplo, criamos um mapa íntimo de nossas vidas.

Há alguns anos atrás, o New York Times publicou uma visualização chamada "Faces of the Dead", que mostra o rosto de todos os soldados americanos mortos na guerra com Iraque e Afeganistão. A visualização é atualizada todos os dias, mostrando que as mortes continuam até hoje.

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Sobre o Portal da 25 de Março

O Portal da 25 de Março foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área doméstica em geral.