Portais da Cidade

Notcias na 25 de maro

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Conheça lojas virtuais com bons móveis e peças de decoração

Casa & Decoração Tem preguiça ou não tem tempo para ir a lojas de móveis? Veja alguns sites onde encontrar o mobiliário perfeito para seu lar, sem sair de frente do computador.

Bauhaus Desgin
Baseada nos conceitos da escola alemã de design Bauhaus, a empresa reproduz móveis do começo do século 20. Os preços são mais atrativos do que os das grandes revendedoras e há clássicos no catálogo, como a cadeira Saarinen (R$ 1.038).

www.bauhausdesign.com.br. Tel. 0/xx/41/3078-6139.

Enfance
A loja on-line é dedicada inteiramente ao universo infantil. Vende enxovais delicados para o berço da criança, como a manta de caxemira (R$ 550). Mais em conta, almofadas de tricô e tecidos estampados custam R$ 120.

www.enfance.com.br. Tel.: 0/xx/11/3644-6107.

Gift Express
O site comercializa pequenos móveis, objetos decorativos e até presentes. Na coleção, há caixas de madeira para guardar sachês de chá (R$ 67) e placas de metal vintage (a partir de R$ 34).

www.giftexpress.com.br. Tel.: 0/xx/11/5579-7034.

I-Stick
Especializada em adesivos, a loja investe em produtos que decoram paredes e até customizam móveis. Há várias criações no catálogo virtual: de animais e heróis dos quadrinhos a cartões-postais de capitais (a partir de R$ 49). Os bancos de MDF estampados variam de R$ 129 a R$ 299.

www.istickonline.com.br. Tel.: 0/xx/11/3823-2363.

Jaya!
Criada pela designer gráfica Sabrina Arini, a marca reúne objetos descolados para a decoração da casa. Os interruptores em formato de cerveja, placas e logotipos são os que fazem mais sucesso na coleção (a partir de R$ 16). Um bom achado para a mobília dos quartos infantis é o banco de papelão decorado Zoo (R$ 42).

www.mundojaya.com.br. Tel.: 0/xx/11/4107-7372.

Market Decor
A ideia do site fundado pela arquiteta Gisele Gottardi e pela designer de interiores Sabrina Cury Vasone é ser um brechó on-line. O catálogo virtual tem móveis e objetos de decoração usados, mas em bom estado. A "bonbonnière" de cristal, por exemplo, sai por R$ 100. Os interessados em vender algum produto devem fazer um cadastro prévio.

www.marketdecor.com.br. Tel.: 0/xx/11/3864-3467.

Meu Móvel de Madeira
Com a proposta de oferecer móveis de design a preços acessíveis, a loja possui uma coleção diversificada de cadeiras, mesas de jantares e aparadores. Todas as criações são confeccionadas com madeira, de pinus ou MDF, e algumas das peças têm inspiração vintage. É o caso balcão com "pés-palito" Charme (R$ 1.299).

www.meumoveldemadeira.com.br. Tel. 0800-645-9009.

Orientavida
A ONG possui uma loja virtual em que vende os produtos fabricados por pessoas carentes, que recebem aulas de capacitação profissional. As almofadas inspiradas nas obras do pintor francês Jean-Baptiste Debret são o destaque: levam estamparia digital e bordados manuais (a partir de R$ 204,60).

www.orientavida.com.br. Tel. 0/xx/12/3112-1103.

Oxford Porcelanas
Uma das marcas mais conhecidas na produção de louças, a Oxford vende também as suas criações pela internet. Os modelos fogem do básico e das cores monocromáticas, como o aparelho de jantar Coup Istambul, com desenhos inspirados no Oriente (R$ 307).

www.oxfordporcelanas.com.br. Tel. 0/xx/47/3631-3003.

Sala Sale
Os produtos que vão para o brechó on-line (como a poltrona Mole, de Sérgio Rodrigues, ou um sofá da Micasa) são cuidadosamente selecionados antes da venda. Cada peça tem a sua foto e descrição no site da empresa. Na coleção, destaque para o aparador dos anos 1960 assinado pelo designer italiano Giuseppe Scapinelli (R$ 6.200).

www.salasale.com.br. Tel.: 0/xx/11/5051-1268.

Westwing
O endereço funciona como uma ponta de estoque virtual. As marcas cadastram os produtos no sistema, e o comprador consegue descontos de até 70%. O catálogo variado inclui azulejos decorados, móveis de design, acessórios para cozinha, eletrodomésticos, revestimentos, tapetes e enxovais.

www.westwing.com.br. Tel.: 0/xx/11/4003-1054.

(Fonte: DE SÃO PAULO) - 25/08/2013
Yelp, serviço de avaliação de estabelecimentos, chega ao Brasil

O Yelp, serviço de avaliação de estabelecimentos comerciais fundado nos EUA, estreou no Brasil nesta quinta-feira (22). O país é o 23 mercado em que a empresa opera e o primeiro na América Latina.

Por aqui, o site vai enfrentar a concorrência de serviços como o Google Maps, o Foursquare e o brasileiro Kekanto.

Segundo Miriam Warren, vice-presidente de novos mercados do Yelp, o principal trunfo do serviço, que tem 108 milhões de visitantes únicos por mês, é a profundidade do conteúdo.

As avaliações no Yelp tendem a ser muito detalhadas e a fornecer uma compreensão fantástica do que as pessoas podem esperar de um estabelecimento, afirma Warren à Folha. A outra coisa que está a favor do Yelp é que temos foco --fazemos uma coisa, sempre fizemos uma coisa e continuaremos a focar completamente essa única coisa: conectar as pessoas a excelentes estabelecimentos locais.

No início, segundo a empresa, o foco da construção da comunidade, usuários que escrevem sobre os locais e dão notas a eles, é São Paulo e Rio, mas o serviço funciona no Brasil inteiro.

A empresa contratará um gerente de comunidade em São Paulo e um no Rio, que terão como objetivo fazer a comunidade do Yelp crescer no Brasil, conta Warren.

Nós descobrimos que as pessoas geralmente gostam de compartilhar suas experiências em locais como restaurantes e bares, além de coisas como dentistas, esteticistas de cães e até lavanderias, mas que eles ainda não tinham a plataforma certa para expressar essas opiniões no Brasil, afirma.

Criado em 2004, antes da explosão do uso de smartphones, o Yelp afirma estar firmemente enraizado na era móvel.

"Mobile passou de parte do nosso negócio para realmente ser o nosso negócio. Atualmente, quase 45% das buscas no Yelp são feitas por meio dos nossos aplicativos móveis, o que não inclui a versão móvel do nosso site. Quando acrescentamos a versão móvel do site a essa conta, quase 59% das buscas no Yelp vêm de dispositivos móveis", diz Warren.

Segundo a executiva, quase 80% das avaliações enviadas ao Yelp são de três estrelas para cima. "Isso indica que as pessoas tendem a compartilhar suas experiências quando elas são neutras ou positivas."

(Fonte: RAFAEL CAPANEMA DE SÃO PAULO) - 25/08/2013
Brasil chega a 76 milhões de usuários no Facebook; mais da metade acessa do celular

Mais da metade dos usuários do Facebook no Brasil, no México e na Argentina usam celulares e tablets para acessar a rede social, disse nesta quarta-feira (14) a empresa norte-americana, que aposta cada vez mais na monetização das plataformas móveis.

Segundo estatísticas do Facebook, às quais a Reuters teve acesso, o Brasil era o principal mercado latino-americano, com 76 milhões de usuários ativos mensais em 30 de junho, e 57,9% deles se conectava tanto a partir de computadores como por dispositivos móveis.

O último dado que a empresa havia liberado era de março, quando havia 67 milhões de usuários (crescimento de 13,4% em três meses).

Segundo dados de julho da Anatel, há 77,4 milhões de usuários de internet no celular no Brasil.

O país é seguido pelo México, com 47 milhões de usuários mensais, sendo que 74,5% deles conectados também por celulares e tablets. A Argentina tinha 22 milhões de acessos, dos quais 59,1% a partir de dispositivos móveis.

"Esses números têm uma força muito grande em termos de marketing", disse à Reuters o vice-presidente do Facebook para a América Latina, Alexandre Hohagen. "Queremos conscientizar as empresas de que existe uma oportunidade incrível".

Esta é a primeira vez que o Facebook divulga cifras de usuários, em um esforço para ajudar os anunciantes a compreender melhor o alcance de sua plataforma e competir mais de frente com a televisão.

E os números sugerem que a América Latina --com cerca de 200 milhões de usuários ou 18% da base global-- é uma região de acelerado crescimento para a companhia de Menlo Park, Califórnia.

Todos os dias, 61,4% dos usuários ativos mensais nos três maiores mercados da região conectam-se à rede social. Isso representa uma audiência de 47 milhões de brasileiros, 28 milhões de mexicanos e 14 milhões de argentinos.

"A porcentagem é significativamente mais alta que a média dos outros países", disse Hohagen.

"Em termos de construção de marca para nossos clientes, isso tem uma relevância enorme", completou. "Não há outro meio que tenha essa capacidade de chegar a tanta gente em um só dia".

Segundo dados divulgados na terça-feira, os Estados Unidos têm 179 milhões de usuários ativos mensais e 128 milhões diários. Os números mostram também que a Índia tirou o lugar do Brasil como segundo maior usuário global do Facebook, com 82 milhões, mas apenas 34 milhões se conectam diariamente.

DISPOSITIVOS MÓVEIS

O Facebook registrou um forte aumento de seu lucro no segundo trimestre, graças à venda de publicidade em suas aplicações para dispositivos móveis.

Os resultados acalmaram o temor dos investidores de que o Facebook não soubesse como monetizar sua base de 1,15 bilhão de usuários, um drama típico das empresas de internet.

Hohagen disse que o horizonte para a publicidade móvel do Facebook é imenso também na América Latina. A região tem menor penetração de internet que outros mercados mais saturados como Estados Unidos e Europa, a classe média emergente compra cada vez mais smartphones e ainda há espaço para que caia o custo dos planos de dados.

"As empresas começam a entender a importância das plataformas móveis para suas marcas", disse o executivo.

A consultoria de análises comScore calcula, por exemplo, que na América Latina apenas 8,1% das páginas são hoje abertas às pequenas telas dos dispositivos móveis. Apesar de a porcentagem ser duas vezes inferior à dos Estados Unidos, é três vezes maior que no ano passado.

Além disso, as vendas de smartphones ou telefones avançados nos quais o Facebook baseia sua estratégia comercial, crescem sem parar.

Neste ano, 42,5% dos 188 milhões de celulares comercializados na América Latina serão smartphones, segundo a empresa de inteligência de mercado IDC. E em 2014, superarão pela primeira vez os telefones celulares convencionais.

(Fonte: DA REUTERS DE SÃO PAULO) - 14/08/2013
Twitter experimenta Trending Topics com programas de TV

O Twitter está testando uma novo recurso em sua linha do tempo que deve fortalecer ainda mais o relacionamento do microblog com a televisão, segundo descobriu o usuário @asg na noite de terça-feira (13).

De acordo com imagens reveladas por ele ao site especializado em tecnologia "TechCrunch", a rede social pretende reservar um espaço acima da linha do tempo dos usuários para exibir informações sobre os programas de TV que estão sendo mais comentados na rede social.

A novidade foi encontrada no app do Twitter para iOS, sistema operacional da Apple.

Além de exibir a contagem de tuítes publicados sobre aquela série popular, por exemplo, a caixinha de tendências na TV, quando clicada, revela postagens relacionadas e usuários relevantes ao fãs do programa --como atores e apresentadores.

Procurado pelo "TechCrunch", o Twitter não quis fazer comentários, mas voltou a falar de sua filosofia de "inovação através da experimentação".

Os testes do recurso são realizados num momento em que o Twitter continua a ganhar forças como o "lugar" aonde vão os telespectadores para comentar o que estão assistindo. O resultado disso é um maior interesse dos anunciantes em promover os produtos de seus clientes pelo microblog.

(Fonte: DE SÃO PAULO) - 14/08/2013
Google e Facebook apostam em lobby no Brasil

Apesar de vender a imagem de empresas descoladas e antenadas no mundo das mídias digitais, as gigantes da internet têm recorrido ao velho e bom lobby em Brasília para tirar do terreno da virtualidade suas demandas.

Motivos não faltam para priorizar o meio de campo institucional. O Brasil é a quinta operação mais rentável do Google e disputa com a Índia a segunda posição em número de membros do Facebook, atrás dos EUA.

Noah Berger-6.jun.13/Bloomberg

Manifestantes protestam diante da sede do Google em Mountain View, na Califórnia
Na linha de frente, as duas empresas escalaram representantes com estilo "técnico" e "nerd", pouco versados nos convescotes de Brasília.

Na prática, contudo, o jogo é disputado com armas mais tradicionais.

O paulista Marcel Leonardi, o lobista do Google, e o carioca Bruno Magrani, recém-contratado para o mesmo posto no Facebook, compartilham do mesmo perfil.

São jovens advogados com passagens por universidades americanas de ponta e respeitados na academia por trabalhos sobre direito e internet.

Ambos são diretores de políticas públicas, eufemismo para lobista, atividade não regulamentada no país.

Leonardi formou-se na USP, fez pós-doutorado em Berkeley e leciona na FGV de São Paulo. Magrani estudou na UFRJ, concluiu seu mestrado em Harvard e dava aulas na FGV do Rio.

A escolha dos dois foi calculada. O Facebook penou quase dois anos até encontrar o candidato que se enquadrasse nas exigências, apurou a Folha com quatro executivos sondados.

As gigantes valorizam o verniz acadêmico.

Leonardi apresenta-se como "professor doutor" aos seus interlocutores, que leem a qualificação no seu cartão.

Na prática, a função de ambos é acompanhar na capital o andamento do que pode ter impacto no negócio das companhias e colocar seus argumentos na pauta de quem faz a caneta se mexer.

PORTA GIRATÓRIA

Até 2011, o lobby no Google era missão de um homem só: Ivo Corrêa, hoje subchefe para Assuntos Jurídicos da Casa Civil e integrante do Comitê Gestor da Internet.

Nos bastidores, lobistas ligados às telefônicas insinuam que isso favoreceria o Google em discussões do marco civil do setor, como a definição do quanto se pode controlar a velocidade da rede. Ele nega a acusação, e não há indícios de que ele agiu em favor dos ex-patrões.

Mas a operação cresceu. Ao assumir o posto, Leonardi tratou de ampliar a equipe, que conta agora com outras três pessoas, e contratou a Patri, tradicional consultoria para lobby que atende nomes do quilate da Vale e da Telefônica/Vivo.

A empresa mapeia por onde circulam os interesses do Google, identifica quem deve ser abordado, marca as reuniões e destaca o sócio Marcelo Lacerda para acompanhar Leonardi quando a conversa é mais delicada.

Além disso, Leonardi aconselhou-se intensivamente com o então lobista do site de leilões virtuais Mercado Livre, Luiz Ricardo Santiago, apurou a Folha com amigos próximos.

Magrani, por sua vez, poderá valer-se de conselhos da casa. O Facebook mantém um atuante escritório de advocacia a seu serviço em Brasília.

O Bialer & Falsetti, dos advogados Mauro Falsetti e Ana Paula Bialer, é responsável por encaminhar no Congresso e no Executivo a agenda do líder das redes sociais.

IMPOSTOS, DIREITOS AUTORAIS E DADOS

A atenção das gigantes da rede com o Brasil é proporcional a seu avanço no país.

O número de usuários do Facebook no país sextuplicou nos últimos dois anos e supera os 70 milhões. O Google abocanha parcela expressiva do mercado publicitário, estimadas pelo ministro Paulo Bernardo (Comunicações) em R$ 2,5 bilhões anuais.

Isso coloca a atuação das empresas no centro das atenções, até porque a operação tributável delas no país é pequena, e a legislação específica, quase inexistente.

Isso tudo faz do Marco Civil da Internet um campo de batalha. A abordagem dos lobistas, focada até então em parlamentares como o deputado Alessandro Molon (PT-RJ), relator do projeto, teve que mudar devido às revelações sobre a espionagem americana feitas por Edward Snowden, ex-analista da CIA.

Como resposta pública, o governo Dilma Rousseff resolveu pressionar pela aprovação do marco, encaminhado ao Congresso ainda em 2011, e insistir que as empresas armazenem dados de seus usuários no Brasil. Alegando inviabilidade técnica e custos, elas resistem.

Há ainda dois projetos cruciais para as companhias: o de proteção de dados pessoais, que pode impor restrições mais pesadas à coleta de dados dos usuários, e da lei de direito autoral, que pode mexer com as atuais regras de controle de conteúdo. Surgiu ainda um novo objeto do desejo para os lobistas: as discussões de reforma eleitoral.

Google e Facebook colocam sua estrutura de lobby para apresentar aos deputados pleitos como a liberação da pré-campanha na internet e a possibilidade de que os candidatos comprem anúncios em sites e redes sociais.

Deu certo. As duas propostas devem constar do texto do relator, deputado Cândido Vacarezza (PT-SP).

O Brasil é o terceiro país que mais demanda dados do Google, perdendo apenas para Índia e EUA. No ano passado, foram feitas solicitações sobre 5.166 usuários.

O principal argumento da empresa para recusar os pedidos tem sido que as informações ficam armazenadas fora do país, justamente o que o governo quer mudar.

Procurados, Google e Facebook não quiseram comentar sua atuação no Brasil.

Em 2012, o Google gastou US$ 16,5 milhões em lobby nos EUA. Lá, a ação de lobistas é regulamentada.

(Fonte: RENATA AGOSTINI DE BRASÍLIA) - 04/08/2013
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Sobre o Portal da 25 de Março

O Portal da 25 de Março foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área doméstica em geral.