Quem já brincou ou ouviu falar do Genius? Famoso na década de 80, foi um dos primeiros jogos “eletrônicos” da época. A Estrela resolveu modernizá-lo para encantar os novos consumidores que estão conhecendo somente agora esse clássico.
O Genius ganhou uma versão em miniatura, ideal para colocar no bolso ou na bolsa. Ele cabe na palma da mão e tem apenas 100 gramas, 12% do peso do produto original. As funções continuam as mesmas: o jogador precisa repetir a sequência de sons e luzes tocadas.
Recomendado para adultos e crianças a partir de 6 anos, o Genius pode ser encontrado nas lojas por um preço sugerido pelo fabricante de R$ 39,90.
Mas para quem não quer o estilo retrô e prefere algo mais moderno, o mesmo jogo eletrônico de memória também pode ser encontrado em aplicativo para tablets e smartphones. O iMimic é uma réplica do Genius, em que o usuário precisa repetir a sequência de sons e luzes tocada pelo brinquedo. O aplicativo é gratuito, mas tem também uma versão paga com mais recursos e sem anúncios. Está disponível para iOS, Android e Windows Phone.
Genius, da Estrela, é repaginado para atrair os novos consumidores
Foto: Estrela / Divulgação
Quem foi que disse que não pode haver um pouco de conforto em uma barraca de acampamento? O conceito da Orange Solar Tent, desenvolvido em 2009 pelos designers da Kascope, consiste em uma barraca cujo tecido traz células de captação de energia solar.
A energia coletada é empregada em quatro pontos: iluminação, aquecimento, comunicação e carregamento de gadgets, como smartphones. A barraca, na qual cabem quatro pessoas, possui chão aquecido e um sistema de iluminação ativado por cartão RFID. Para recarregar celulares e tablets, nada de fios. Um bolsão específico permite o carregamento wi-fi dos aparelhos, ao gerar um campo magnético para alimentar as baterias.
Inicialmente, a barraca inteligente foi projetada para o Glastonbury Festival, maior evento de música a céu aberto do mundo, que reúne anualmente milhares de pessoas. Retirados da cidade (Worthy Farm, na Inglaterra), os participantes usam barracas como alojamento.
A barraca conta com o “Glo-cation”, um sistema que permite encontrar a barraca correta na área de alojamento ao enviar um SMS ou utilizar um cartão RFID. Caso a pessoa tenha bebido umas cervejas a mais e não lembre qual é a sua barraca, por exemplo, basta ativar o sistema para que ela brilhe.
Você gostaria de ter uma assim? Seguinte: por enquanto, a Orange Solar Tent não passa de um conceito. Contudo, segundo a empresa de design, a ideia será colocada para crowdfunding (financiamento coletivo) no Kickstarter ainda este ano.
A barraca, na qual cabem quatro pessoas, possui chão aquecido e um sistema de iluminação ativado por cartão RFID
Foto: Kascope / Divulgação
Existe situação mais desagradável do que você estar na rua e seu celular alertar que só restam 10% de bateria? Ou quando você está no fim de um trabalho importantíssimo e surge o aviso que faltam apenas 5 minutos para o notebook desligar?
Na hora de comprar um aparelho, fique de olho na qualidade da bateria. Porém não deixe de tomar alguns cuidados. Veja algumas dicas para que sua bateria tenha maior duração.
Diminua o brilho da tela
Segundo o professor da Faculdade de Engenharia de Computação da Pontifícia Universidade Católica de Campinas Leandro Alonso Xastre, o brilho da tela é um dos fatores que mais influenciam no consumo de bateria. O recomendável é reduzir ao máximo essa configuração. Alguns computadores reduzem automaticamente o brilho quando não estão ligados à tomada.
No caso dos celulares, o ideal é deixar os aparelhos configurados com a opção “Brilho Automático”.
Desabilite qualquer recurso de comunicação
Quando não estiver usando, desligue redes de internet, wi-fi ou Bluetooth. Esses recursos utilizam energia ao procurar sinal, aumentando o consumo da bateria.
Utilize o modo standby
“O equipamento em standby não consome quase nada de energia”, explica o professor Leandro. Essa opção desliga o notebook enquanto ele não está sendo usado e restaura os aplicativos e janelas que estavam sendo usados quando ligado novamente. Mas lembre-se: essa opção não deixa de consumir bateria, porém em níveis muito menores.
O mesmo vale para celulares. Travar os aparelhos para que não realizem funções sem seus comandos é a melhor opção.
Evite ligar e desligar várias vezes os aparelhos
Toda vez que você inicia o notebook, é realizado todo o processo de inicialização de hardware e do sistema operacional. “Os atos de ligar e desligar o equipamento são momentos de alta atividade e, portanto, têm um alto índice de consumo de energia”, comenta Leandro.
Minimize o uso das unidades de CD/DVD
Só utilize CDs ou DVDs no notebook em casos de necessidade. Prefira assistir a filmes online, utilizar pen drivers ou HDs externos. O dispositivo utiliza um mecanismo para ler e manter o disco girando, assim como precisa deixar o laser em constante funcionamento. O resultado disso é o maior consumo de energia, prejudicando a bateria.
Evite usar acessórios USB
Todo dispositivo USB é alimentado pelo próprio notebook para funcionar, mesmo quando ele não está ativo. O ideal é deixar pen drivers, cartões de memória, modems 3G e outros dispositivos desconectados e só conectá-los no momento da utilização.
Troque o disco rígido por um SSD
O SSD, ao contrário dos discos rígidos, não possui nenhuma espécie de mecanismo mecânico, necessitando de uma menor quantidade de energia para funcionar. Além disso, como o mecanismo do HD possui atrito, ele gera calor, fazendo com que os sistemas de refrigeração tenham que trabalhar mais, também aumentando o consumo de energia.
“Se compararmos as especificações de consumo médio de um SSD focado em sistemas móveis e um HD de notebook, veremos que enquanto alguns modelos de SSD consomem em média 0,1W, alguns modelos de disco rígido para notebooks consomem em média 1,5W, ou seja, até 15 vezes mais”, explica Iuri Santos, especialista do Grupo de Recursos Tecnológicos da fabricante de componentes de informática Kingston.
Os ultrabooks mais modernos, que já possuem apenas SSD, têm consumo médio inferior a 10W quando ligados em atividades simples, como exibir uma página de internet, algum documento, apresentação ou planilha. Graças a isso, as baterias duram bem mais. “Se uma bateria com SSD dura até 8 horas, com um HD em teoria duraria até 6 horas e 48 minutos”, completa Iuri.
Foto: iStock
O Twitter está testando um botão de "comprar" em alguns tuítes, que permite que um usuário móvel faça compras diretamente de um tuíte. Uma pequena porcentagem de usuários americanos poderá ver o botão "comprar" a partir desta segunda-feira, escreveu o Twitter em seu blog.
"Os usuários terão acesso a ofertas e mercadoria que não podem obter em qualquer outro lugar e poderão agir sobre elas a partir dos aplicativos do Twitter para Android e iOS", disse a empresa. "Nos nossos testes uma compra completa pode ser realizada com apenas alguns cliques".
O Twitter já disponibilizou uma lista de produtos e marcas, além de artistas que disponibilizam suas músicas por meio do novo sistema de compras. Entre eles destacam-se a marca de roupas Burberry, o cantor Eminem e a cantora Demi Lovato.
Foto: Twitter / Divulgação
Agora, essas pecinhas estão a serviço de introduzir a tecnologia cada vez mais cedo na vida da criançada – um uso que vai além do entretenimento; mais voltado ao desenvolvimento, criatividade e preparação para a vida profissional.
Essa escola tem uma postura pioneira. Há quase 11 anos, eles ensinam robótica e programação aos pequenos. E, recentemente, novas experiências entraram para o cardápio.
Com o uso da tecnologia, as crianças conseguem abordar um conteúdo que ficaria mais difícil entender apenas na teoria.
Ainda que seja uma forma de ensino que incorpora uma certa diversão, a brincadeira, aqui, é séria. Os programas usados nos kits de robótica são os mesmo utilizados atualmente na indústria de softwares; a única diferença é a interface. Para as crianças, os aplicativos de programação são mais visuais e intuitivos.
Interessante é que o uso da tecnologia, como em outros exemplos que mostramos, promove também o trabalho colaborativo – o que é imprescindível para a vida profissional hoje em dia.
Se grandes empresas apostam no formato descontraído e com mais espaço para a criação, nada melhor do que introduzir o modelo cada vez mais cedo na vida das crianças.
Se você perdeu as últimas reportagens sobre o impacto da tecnologia na educação infantil, acesse olhardigital.com.br e confira como funciona o curso de programação para crianças e também a primeira sala de aula inspirada nos escritórios Google. Fique por dentro e aproveite para dar sua opinião: será que é mesmo interessante introduzir o ensino da tecnologia tão cedo na vida das crianças? Será que a programação se tornou uma linguagem tão necessária quanto o inglês ou outro idioma? Deixe seu comentário e participe…







