O Google vai abrir, em 2015, um escritório para abrigar startups em São Paulo. A gigante da tecnologia anunciou via post em seu blog na segunda-feira que a capital paulista receberá o Campus Google, espaço para orientação orientação e treinamento de empreendedores, por meio de profissionais e especialistas do Google.
“Os campi são espaços do Google nos quais os empreendedores aprendem, se conectam e fundam empresas de alto impacto, que podem mudar o mundo”, escreveu Bridgette Beam, gerente do programa de parcerias da Google for Enterpreneurs (do inglês, Google para Empreendedores).
São Paulo será a quarta cidade no mundo a receber o escritório. Londres (Reino Unido), Tel Aviv (Israel) e Varsóvia (Polônia) já possuem sedes do escritório de startups. No Campus São Paulo, como a empresa chama o novo espaço, os empreendedores também terão acesso à banda larga para desenvolver o trabalho.
“O País já abriga startups incríveis, como EasyTaxi, ContaAzul, GetNinjas e KeKanto, e estamos confiantes que o Campus São Paulo dará apoio e ajudará a fomentar a próxima geração de grandes empreendedores brasileiros”, disse a executiva do Google.
A empresa ainda não definiu em que local de São Paulo o escritório será aberto.
O Google confirma que o escritório para empreendedores brasileiros será inaugurado em 2015
Foto: Eduardo Munoz / Reuters
Em um evento especial na tarde desta quinta-feira, a Apple lançou uma nova versão do iPad, o iPad Air 2.
O tablet ganha versão mais fina, com 6.1mm. No mesmo evento, a empresa apresentou novos modelos de iMac, além de atualizações do iOS 8.1, sistema operacional de seus dispositivos móveis, e do Mac OS X Yosemite, de seus computadores.
“Este é o novo iPad Air 2. Você consegue vê-lo?”, brincou Tim Cook, presidente-executivo da Apple, ao mostrar o quão fino é o tablet.
Os novos aparelhos tem tela feita de LCD e vidro sensível ao toque que reduz em 56% o reflexo da luz durante a leitura. Há também leitor biométrico (Touch ID), utilizado amplamente nos iPhones desde o modelo 5s. O Touch ID poderá ser usado para validar compras, função fundamental agora que a empresa quer ingressar no mercado de pagamentos eletrônicos com o Apple Pay.
“Funciona com as lojas. Então você pode comprar na Mac Store e na iTunes Store”, afirmou vice-presidente de marketing da Apple. “Também funcionará com o Apple Pay, que começa na segunda-feira”.
No que diz respeito ao hardware do iPad Air 2, a nova geração de processadores A8X, uma variação do chip utilizado no iPhone, é destaque por ser 40% mais veloz que a versão anterior. A opção por 128 GB de memória para armazenamento de informação também é novidade e alinha a família de iPads com as opções de memória do iPhone 6.
Este é o novo iPad 2. Você consegue vê-lo?, brincou Tim Cook, presidente-executivo da Apple, ao mostrar o quão fino é o tablet
Foto: Robert Galbraith / Reuters
“Ele (A8X) foi criado especificamente para o iPad Air 2 e é 40% mais rápido que o anterior”, disse Schiller. “São três bilhões de transistors no processador”, afirmou. Isso garante performance gráfica 180 vezes mais rápida que a versão anterior. A promessa é que a bateria dure até 10 horas.
Além disso, o coprocessador M8, que tem barômetro e sistema de rastreamento, foi incluído no aparelho. O iPad Air 2 ainda possui câmera de 8 megapixels iSight de alta definição, capaz de capturar imagens em 1080 pixels, e câmera fotográfica capaz de tirar fotos panorâmicas de até 43 megapixels.
O tablet também vem com 4G e consegue fazer downloads a uma velocidade superior a 150 Mbps. Seu Wi-Fi também foi aprimorado e é 2,8 vezes mais rápido que o modelo atual.
iPad Mini 3
Com menos destaque, o iPad Mini 3 também foi apresentado nesta quinta-feira. A maior novidade é a nova câmera de 5 megapixels iSight, capaz de gravar em 1080 pixels HD, e a inclusão do leitor biométrico Touch ID, próprio para efetuar compras por meio do Apple Pay.
Disponibilidade e preço
Os dois gadgets começam a ser vendidos no dia 17 de outubro em regime de pré-venda nos Estados Unidos. O iPad Air 2 terá preço inicial de US$ 499 na versão Wi-Fi de 16 GB. O modelo com 64 GB sai por US$ 599 e com 128 GB, US$ 699. Já a versão com Wi-Fi e chip de celular começa em US$ 529 para o modelo com 16 GB, salta a US$ 699 para a versão com 64 GB e termina na opção top de linha com 128 GB, a US$ 799.
O iPad Mini 3, por sua vez, sai por US$ 399 (16 GB), US$ 499 (64 GB) e US$ 599 (128 GB) na opção apenas com Wi-Fi. Na versão de Wi-Fi e chip de celular, US$ 529 (16 GB), US$ 629 (64 GB) e US$ 729 (128 GB).
Os consumidores também poderão optar pelo iPad Mini 3 dourado, cor até então indisponível. Os iPads de versões anteriores terão redução de preço. O iPad Mini 2 passa a custar US$ 299,0 o iPad Air, US$ 399, e o iPad Mini, US$ 249.
Mercado
A esperança é que os novos gadgets da Apple reaqueçam o setor neste fim de ano, uma vez que a venda de tablets teve crescimento lento e gradual durante o período, tendo registrado apenas 11% de alta.
Trata-se de uma expansão pequena para uma área que, por ser nova, ainda tem muito espaço para crescer. Os índices sugerem uma possível estagnação do mercado de tablets já em 2014.
Cook, porém, está otimista. Segundo ele, a App Store possui 275 mil aplicativos para iPad e o produto foi o mais vendido em seus primeiros quatro anos na história da Apple.
iOS 8.1, o novo sistema operacional
A Apple também aproveitou o evento para anunciar uma atualização em seu sistema operacional para dispositivos móveis, o iOS 8.1. A nova versão, a ser usada no iPhone, iPad e iPod Touch, corrige problemas das versões anteriores, criticadas por apresentarem constantes falhas no app HealthKit, por desabilitarem a função de telefonia e até por deletarem documentos do iCloud.
Nesta nova atualização foram incluídas novas opções para foto, como o filtro para imagens dentro do aplicativo da máquina fotográfica, e o iCloud Photo Library, sistema de armazenamento de fotos e vídeos na nuvem com 5 GB disponíveis de graça. Ainda há opções pagas com 20 GB a US$ 0,99 mensais e 200 GB por US$ 3,99 mensais.
O vice-presidente sênior da Apple, Craig Federighi, defendeu o sistema operacional, que teve adesão lenta num primeiro momento devido às falhas.
“A situação com outras plataformas é diferente. Se você comparar com o Android, a maioria (54%) usa uma versão de dois anos atrás”, disse Federighi. O executivo ainda mostrou que, atualmente, 48% dos usuários de iPad, iPhone e iPod Touch migraram para iOS 8.
O novo sistema também está apto a funcionar com o Apple Pay e estará disponível a partir desta quinta-feira para download gratuito.
Quando pensamos em Microsoft Office logo lembramos programas como Word, Excel e PowerPoint. Porém, a série de aplicativos de criação está prestes a ser ampliada. A Microsoft anunciou a criação seu novo app para apresentações na internet.
Conhecido como Sway, ele permite criar conteúdo interativo para web e redes sociais. A ferramenta ainda está em fase de testes, podendo ser usada apenas como aplicativo na internet e por pessoas convidadas. A expectativa é que em breve todos poderão usar o Sway também como app para tablets e smartphones.
A ferramenta integra textos, imagens e vídeos. Diferentemente dos outros programas da série Office, o Sway não se limita a um único tipo de arquivo ou formato. Ele pode receber conteúdo de diversos locais como YouTube, Facebook, OneDrive e do próprio computador, tablet ou smartphone do usuário.
Sway, novo aplicativo da Microsoft, permite criar apresentações na internet
Foto: Microsoft / Reprodução
Depois de pronta a apresentação, é possível compartilhá-la no Twitter, Facebook, blogs e sites. A página se adapta ao formato e ao tamanho da tela.
O camelo Raffia tornou-se o primeiro animal a participar de um projeto de mapeamento do Google Street View, ao colocar uma câmera Trekker para capturar imagens do Deserto e Oásis de Liwa em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos. De acordo com o jornal árabe The National, o dromedário (com uma única corcova) tem 10 anos de idade e saía com seu guia às 6h00 para gravar e tirar as fotos no deserto.
A porta-voz do Google na África e Oriente Médio, Joyce Baz, afirmou que a companhia tenta “personalizar” a captura em todos os ambientes, como é o caso em Liwa, de forma mais “autêntica e menos prejudicial”.
Camelo Google no Deserto e Oásis de Liwa em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos
Foto: Google / Divulgação
Joyce Baz também espera que iniciativas como esta façam com que a empresa americana leve o Street View para outros lugares do mundo. Atualmente, 59 países possuem imagem no sistema cobrindo um espaço de mais de 8 milhões de quilômetros.
Desde 2007, o Street View captura imagens das ruas com um carro e uma câmera personalizada em seu capô - tirando fotos em 360º. Como no caso do camelo, a câmera Trekker é usada em lugares onde esses carros não passam, como becos e travessas.
Camelo Google no Deserto e Oásis de Liwa em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos
Foto: Google / Divulgação
Baz ainda espera que as imagens do oásis, a 100 quilômetros do sul do Golfo da Arábia, ajudem a impulsionar o turismo na região. Segundo a funcionária do Google, “30% dos acessos (às páginas de Abu Dhabi) vem de fora do país”.
(Fonte: Terra ) - 12/10/2014
Simples, charmosa e sem publicidade". Assim a nova rede social Ello se define e desperta furor na internet.
Quem quiser participar precisa entrar em contato com a empresa por email e esperar uma resposta com o convite para criar sua conta.
O interesse tem sido tão grande que, em dado momento, o site recebeu 31 mil pedidos por hora, segundo seus fundadores, e chegou a sair do ar.
Atualmente, se você enviar um email à Ello, poderá receber uma mensagem de desculpas:
"A Ello é muito popular no momento e estamos recebendo muitos emails. Somos humanos e estamos trabalhando para responder o mais rápido possível".
Tamanha demanda fez com que alguns códigos que dão acessos a convites para a rede social fossem vendidos em sites de leilão na internet por centenas de dólares.
No entanto, mesmo diante deste sucesso, analistas questionam o futuro da rede social, já que outros sites do gênero que fizeram sucesso não cobravam pelo uso, enquanto que a Ello vende certas funções por "alguns dólares".
Anti-Facebook
O site foi inicialmente pensado para ser uma rede de 90 amigos do fundador Paul Budnitz, dono de uma loja de bicicletas no estado de Vermont, no nordeste dos Estados Unidos.
Mas Budnitz resolveu abrir o site para mais gente no dia 7 de agosto.
Muitos chamam a Ello de "anti-Facebook", já que a plataforma promete uma vida sem publicidade e sem venda de dados dos usuários para outras empresas.
Budnitz afirma estar lisongeado com isso, mas discorda: "Não consideramos o Facebook um competidor. Eles são uma plataforma e, nós, uma rede".
Ele afirma que a ideia é fazer dinheiro por meio da cobrança de algumas funções do site - e não com anúncios e informações dos usuários, como faz o Facebook.
No entanto, especialistas afirmam que a empresa pode ter problemas com esta ideia de micropagamentos e que o design minimalista, não muito amigável à primeira vista, pode gerar resistência em potenciais novos usuários.
"Outras mídias sociais, como Whatsapp, Instagram ou Pinterest, fazem sucesso por que não exigem pagamentos", alerta James McQuivey, analista de tecnologia da consultoria Forrester.
"Você não vai convidar um amigo para fazer parte de uma rede social na qual ele precisa pagar para aceitar seu convite", complementa, lembrando que não necessariamente as pessoas têm uma visão negativa dos anúncios em redes sociais, como supõem os fundadores da Ello.
Manifesto
Em seu manifesto, os fundadores da Ello estabelecem diferenças claras entre o que propõem e o que entregam as redes sociais atuais.
"O dono da rede social da qual você faz parte são os anunciantes", diz o texto.
"Cremos que uma rede social pode ser uma ferramenta para dar poder às pessoas. Não uma ferramenta para enganar, coagir e manipular (...). Você não é um produto".
E, assim, colhem apoios, especilamente entre os que concordam com esta ideia de que usuários são o real produto em redes como Facebook, que vendem informações e não remuneram o usuário por isso.
Mas, enquanto a política de adesão ao site está restrita a convites, há dúvidas sobre como os usuários vão perceber as diferenças desta nova rede para as demais.
"A Ello promete que não haverá publicidade e que não tratará o usuário como produto. Em breve, veremos como será isso", pondera a escritora e produtora americana Rose Eveleth.
"Mas, enquanto for uma empresa em busca de lucro, ela ainda assim tratará os usuário como um produto de alguma forma, mas não da maneira como estamos acostumados a ver",







