Companhia tem trabalhado há um ano no projeto. Dave Vos, que coordena o Project Wing, co-presidirá conselho que visa estipular regras para registro de drones
O Google espera começar suas entregas comerciais via drones em 2017, declarou Dave Vos, que coordena o Project Wing no Google X, durante conferência realizada em Washington, D.C, EUA. As informações são da Reuters.
Os comentários acontecerão um dia antes de Vos assumir a co-presidência de um grupo de trabalho que envolve outras 24 empresas interessadas em drones com propósitos comerciais e que têm como trabalho definir uma série de regras para a regulação de drones nos Estados Unidos.
A gigante de tecnologia tem trabalhado pelo menos há um ano e divulgou o projeto em agosto de 2014 quando publicou um vídeo mostrando a atuação de um protótipo na Austrália.
Desde então, o Google não teceu muitos comentários sobre o projeto, mas algumas de suas últimas pesquisas foram apresentadas no mês passado quando uma empresa de capital de risco do Vale do Silício publicou vídeo no Twitter de uma demonstração de um novo modelo do drone do Google.
Vale lembrar que o Google está enfrentando séria competição de outras gigantes, caso da Amazon e do Walmart, ambas disseram que estão trabalhando em tecnologias semelhantes.
Mas antes de qualquer serviço desse tipo “levantar voo”, a regulação para ele precisa ser liberada. Atualmente, drones comerciais são restringidos pela Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA, na sigla em inglês) para que se mantenham à vista de seus operadores. Isso precisaria mudar para que entregas comerciais via drones aconteçam.
No início deste ano, Vos defendeu a criação de um sistema de administração do espaço aéreo exclusivo para drones que aprovaria vôos e os manteria longe um dos outros.
A FAA também está se movendo para apertar as restrições sobre drones comerciais e poderá em breve exigir o registro de pequenos quadcopters e semelhantes.
Uma reunião de três dias para elaborar regras começará amanhã e Vos co-presidirá a reunião. O encontro inclui 25 empresas e organizações envolvidas na indústria de drone, da FAA e do Departamento de Transporte dos Estados Unidos.
Postagens de emprego são sinais de que os projetos com as aeronaves progridem rapidamente
Google está à procura de pilotos de testes para o seu projeto de entrega e de acesso à internet usando drones, o Asa e o Titan, respectivamente.
As vagas de emprego, publicadas no site da companhia, são sinais adicionais do ritmo acelerado de pesquisa e desenvolvimento em automação aérea que vem acontecendo em Mountain View. Recentemente, a empresa disse que espera iniciar operações de entrega comerciais via drones já em 2017.
Para o Project Asa, O Google está procurando um piloto especialista no controle remoto de aviões, para atuar como piloto chefe que ajudará a equipe a realizar testes de campo.
"Construímos um protótipo para mostrar como esse sistema pode funcionar e desenvolver a próxima geração ultra confiável e pronta para entrar em operação", diz o anúncio de trabalho. A empresa precisa medir desempenho, autonomia, custos, segurança, confiabilidade, e acima de tudo, a segurança do sistema.
A atual legislação dos Estados Unidos restringe duramente o uso comercial de drones. Uma das determinações em todas as licenças de vôo dos pequenos aviões não tripulados é que um operador humano permaneça no controle do aparelho que deve estar o tempo todo dentro do seu campo de visão.
Os drones do Projeto Titan operam em altitudes superiores a das aeronaves comerciais e não estão vinculados a essas mesmas regras de operação por humanos, mas o Google também precisa de um piloto de teste de voo para os aparelhos.
Os candidatos devem ter "uma vasta experiência de voo em protótipos de veículos aéreos", incluindo aeronaves não tripuladas e elétricas, e podem acabar assumindo vários papéis, incluindo operador do veículo aéreo, piloto externo, observador e piloto perseguição, segundo o anúncio da vaga de emprego.
As duas ofertas de trabalho também expõem a diferença no nível tecnológico e de pesquisa dos dois projetos. Enquanto a vaga do projeto do drone de entrega é aberto a qualquer pessoa, o projeto Titan exige um certificado de segurança do governo "para acessar os dados técnicos e de defesa necessários para o trabalho" e é restrito a cidadãos americanos ou residentes permanentes.
Microsoft permite que usuários façam downgrade do novo sistema dentro de um prazo de 30 dias após o upgrade.
Você já está com o Windows 10 há mais de uma semana agora, mas o novo sistema simplesmente não está funcionando para você. Talvez um programa crítico não funciona corretamente, talvez você não goste do novo menu Iniciar, ou talvez ache o Cortana um tanto estranho.
Se isso parece com o que você está sentindo, pode ser hora de fazer um downgrade para o seu sistema anterior e tentar novamente mais para frente.
Para tornar a vida dos usuários de Windows 7 e 8.1 mais fácil, a Microsoft permitirá que vocês façam um processo de volta na instalação do Windows 10 para o sistema anterior em até 30 dias após o upgrade. E não se preocupe – caso queira voltar ao Windows 10 depois, ainda poderá aproveitar o upgrade gratuito para o novo Windows pelos próximos 12 meses.
Mas é bom ter em mente que fazer o downgrade para o seu sistema anterior exige que você ainda tenha sua pasta Windows.old em C:\Windows.old. Se você costuma apagar essa pasta após fazer upgrades, ou já fez uma instalação limpa do Windows 10 após o upgrade, está sem sorte.
Se preparando para o downgrade
Antes de usar a opção de retorno, pegue algum tempo para configurar as coisas. Antes de tudo, certifique-se de ter feito backup de todos os seus dados em um HD externo ou em um serviço de backup baseado na nuvem, como Backblaze ou Carbonite.
Também é importante ter certeza que você possui os códigos de acesso/chaves do seu Windows 7 ou 8 em mãos caso sejam necessários. Você não deverá precisar deles, mas não fará mal nenhum ter eles se quiser ser mais cuidadoso. E não se preocupe em salvar suas chaves de produto do Windows 10 – elas são lidadas de uma maneira diferente do que nas versões anteriores do sistema.
As chaves para os seus sistemas anteriores devem estar em um adesivo na parte traseira do PC (embaixo da bateria se for um notebook), ou incluída com os discos de sistema que vieram com o seu PC.
Uma vez que tiver tudo isso organizado, é hora de iniciar o processo. Abra o menu Iniciar, selecione o app Configurações (Settings) e vá Atualização & Segurança (Update & Security) > Recuperação (Recovery).
Caso você seja elegível para fazer o downgrade, deverá ver uma opção que diga Voltar para o Windows 8.1 (Go back to Windows 8.1) ou Voltar para o Windows 7 (Go Back to Windows 7). Se ver isso, clique em Iniciar (Get Started) e siga as instruções.
Uma vez que tiver voltado para a versão anterior do Windows, será preciso ajustar o sistema para as suas configurações novamente. Programas antigos talvez precisem ser reinstalados, e se você tinha uma senha diferente no sistema antigo em relação ao código do Windows 10, será preciso entrar com essa senha antiga.
Apple confirmou que iPhone 6S e iPhone 6S Plus desembarcam no país em 13/11. No entanto, os valores não foram revelados.
A Apple anunciou nesta quinta-feira, 29/10, que os novos iPhones 6S e 6S Plus serão lançados no Brasil na próxima sexta-feira 13 (13/11). No entanto, a empresa de Cupertino não revelou os preços dos seus mais novos smartphones, anunciados em setembro nos EUA.
O iPhone 6S possui uma tela de 4,7 polegadas, enquanto que o Plus tem um display de 5,5 polegadas, a exemplo dos seus antecessores. Os novos iPhones possuem o chip A9, de 64-bit, segundo a Apple.
Novas cores
A empresa também confirmou as expectativas por uma nova cor: agora será possível comprar um iPhone na cor Rose Gold (algo como Rosa Dourado).
3D Touch
Além disso, os novos smartphones da Apple terão suporte para o chamado recurso 3D Touch, antes chamado de Force Touch nos rumores. Isso significa que é possível acionar determinadas funções do iPhone apenas pela força com que você toca na tela do aparelho, que possui suporte para essa tecnologia.
Por exemplo, toque com mais força em um endereço no Messages para ver um preview no Maps, como uma janela para Visualização Rápida, mas sem precisar ficar mudando de apps. O mesmo vale para diferentes aplicativos, como Facebook e Camera, e até mesmo games, conforme demonstrado no evento.
Outras novidades
Vale notar ainda que os novos iPhones vem com a segunda geração do identificador de impressões digitais Touch ID.
A câmera traseira, chamada de iSight pela Apple, também melhorou: agora tem 12MP e exibe 50% mais pixels, de acordo com a empresa. Além disso, ganhou suporte para gravar vídeos em resolução 4K. Já a nova câmera frontal FaceTime HD possui resolução 5MP e Retina Flash.
O CEO da Apple, Tim Cook, acredita fortemente que a nova Apple TV, que chega aos EUA na próxima semana, realmente pode mudar o futuro da televisão.
Em entrevista durante a conferência WSJD 2015, Cook destacou que “nunca esteve tão confiante que a nova Apple TV é a base para o futuro da TV”.
Além disso, o sucessor de Steve Jobs aproveitou para disparar críticas contra a TV atual. Segundo ele, os espectadores não podem escolher quando querem assistir seu programa favorito. “A TV toma a decisão sobre que horas você irá assistir algo”, criticou Cook.
O chefão da Apple também afirmou que assistir TV deveria ser uma experiência simples e interativa, como usar um iPhone. “A experiência do usuários está em outra década em comparação com a maneira como você vive no seu iPhone, iPad ou Mac.”
Anunciada no começo de setembro, a nova geração da Apple TV chega às lojas dos EUA na próxima semana com preços entre 150 dólares (32GB) e 200 dólares (64GB). O aparelho ainda não tem previsão de chegar ao Brasil.
Nova Apple TV
Com um visual parecido com o modelo anterior, o novo set top box da empresa de Cupertino está cheio de novidades na parte de dentro.
Entre os novos recursos estão uma melhor experiência para os usuários, uma loja de aplicativos (com games, apps de conteúdo e muito mais), papéis de parede em vídeo em HD e um novo sistema chamado tvOS, que é baseado no iOS, mas feito para a sua sala, como afirmou a Apple na apresentação.
Além disso, a Apple TV também ganhou um novo modelo do controle remoto. Agora, o Remote (foto abaixo) conta com mais botões e possui suporte touchscreen.
Outra grande ferramenta que chega com a nova Apple TV é o suporte para o Siri na Apple, seja para fazer buscas por filmes, atores, avançar ou retroceder trechos de programas, entre outras coisas.







