Criado pelo deputado Cabo Sabino, o PL 5896/16 será analisado de forma conclusiva por diversas comissões da Câmara dos Deputados.
A Câmara dos Deputados analisa atualmente um projeto de lei que libera o usuário dos contratos de fidelização de telefonia fixa, móvel e de banda larga no caso de má prestação de serviço por parte das empresas.
O projeto de Lei 5896/16 foi criado pelo deputado Cabo Sabino (PR-CE), que destaca que as altas multas de rescisão acabam
prendendo os consumidores, mesmo quando eles se sentem frustrados com a qualidade dos serviços. “São raras as empresas que facilitam a rescisão”, afirma.
Sabino afirma ainda que a maioria dos clientes desconhece o direito de rescisão contratual diante da má qualidade do serviço previsto no Código de Defesa do Consumidor ( CDC – Lei 8.078/90) - neste caso, a quebra de contrato ocorre sem multa, mesmo dentro do prazo de carência.
Com o projeto seja aprovado pelos deputados, a empresa de telefonia deverá incluir uma cláusula de rescisão contratual, sem prejuízo algum ao consumidor, por má qualidade do serviço, independentemente dos prazos de fidelização.
Pelo texto do PL 5896/16, caberá às próprias operadoras de telefonia provar que cumprem os requisitos do contrato e atendem às expectativas do cliente.
Segundo o site da Câmara dos Deputados, a proposta para o PL em questão será analisada de forma conclusiva pelas comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de
Cidadania

Seleção traz desde clássicos, como Harry & Sally e 10 Coisas que Eu Odeio em Você até opções mais recentes como Man Up, O Lado Bom da Vida e A Mentira.
Final de ano é uma ótima oportunidade para ficar juntinho do seu amor. Ainda mais para ver um filme romântico e divertido na TV.
Por isso, selecionamos uma lista com as 15 melhores comédias românticas disponíveis no Netflix Brasil.
A nossa seleção traz desde clássicos absolutos do gênero, como o pioneiro Harry & Sally e 10 Coisas que Eu Odeio em Você, até boas opções mais recentes como Man Up, Ela é Demais Para Mim e O Lado Bom da Vida.
Aproveite os filmes e feliz Dia dos Namorados.
Man Up
Ela é Demais para Mim
Ele Não Está tão Afim de Você
O Lado Bom da Vida
Amor e Outras Drogas
Amor a Toda Prova
A Mentira
Penetras Bons de Bico
Celeste e Jesse Para Sempre
Harry e Sally
A Arte da Conquista
Como se Fosse a Primeira Vez
10 Coisas que Eu Odeio em Você
A Proposta
A predominância das tecnologias móveis na vida das pessoas se estende para todas as áreas e não vai ficar de fora como infraestrutura de realização de eventos
Para as pessoas mais conectadas, hoje, é impossível não recorrer a um smartphone no dia a dia, seja para chamar um taxi, pedir uma refeição ou até mesmo comprar a pré-estreia daquele filme tão aguardado. Mais do que um celular, esses aparelhos se tornaram um acessório indispensável para realizarmos diversas tarefas.
No futuro, tudo será mobile, inclusive os convites para eventos, sejam eles corporativos ou sociais. Receber aquele convite das mãos do anfitrião ou por meio dos correios, correndo o risco ainda de ser extraviado, será “coisa do passado”. Daqui a alguns anos, os convites interativos serão uma novidade e funcionarão como uma espécie de aplicativo que substituirá o - já ultrapassado - impresso.
Com eles, será possível obter todas as informações sobre uma festa, como por exemplo, a playlist do DJ, as redes sociais e receber o Save the Date diretamente na tela do seu aparelho móvel. Toda essa conectividade e praticidade tem um propósito, facilitar a vida dos convidados e dos organizadores, que poderão se comunicar facilmente com apenas um clique, evitando qualquer desencontro de informações. E para entrar na festa, como funciona? Simples, basta apresentar o celular!
A tecnologia também permitirá aos organizadores acompanharem, em tempo real, a confirmação de presença, sem a necessidade de fazer um RSVP (confirmação de presença). No dia do evento, a ferramenta mostrará as pessoas que já estão no local, facilitando também o trabalho dos garçons e da cozinha. Outra facilidade será em relação aos feedbacks durante e pós-evento, tornando tudo mais interativo.
São inúmeras as possibilidades por meio dos convites via mobile. Com o tempo, será possível utilizar o GPS dos celulares dos convidados para calcular quanto tempo eles levarão para chegar, possibilitando uma melhor recepção. Ou até mesmo guardar informações sobre reservas de hotel e passagens, calculando os melhores horários para chegar ao local da festividade sem preocupações.
A tecnologia já é grande aliada de setores como comunicação, saúde, transporte e a cada dia que passa, também se torna grande parceira do mercado de eventos. Muito mais que um papel, os convites se tornarão, em breve, iConvites. O futuro está mais próximo do que a gente imagina e trará muitas inovações para o segmento. É bom se preparar!
* Érika Romero é fundadora da AWE, plataforma de personalização para eventos que conecta anfitrião e convidado.

Em entrevista, engenheiro de desenvolvimento do robô da Softbank fala sobre a tecnologia e a ascensão da inteligência artificial
Robôs alimentados com inteligência artificial deixaram de ser exclusivos de filmes de ficção científica para assumirem seu papel cativo ao lado de famílias de carne e osso. Pepper, criação da empresa japonesa Softbank e de sua subsidiária francesa Aldebaran Robotics, é um dos exemplos de quão distante a tecnologia já chegou.
Apresentado pela primeira vez em 2014, Pepper, com seu 1,21m de altura e 28 quilos, foi concebido, inicialmente, para ser uma espécie de robô de estimação, cujos grandes olhos atentos e voz infantil, soam como a materialização de um personagem robótico de mangá.
Em resumo, o que distancia Pepper das versões sugeridas em catastróficos cenários de Hollywood é que o carismático robô recebeu um “coração” e personalidade, alimentados por inteligência artificial e projetado para “ser carinhoso e fazer as pessoas sorrirem”, como explicou na ocasião o japonês Masayoshi Son, CEO da Softbank, ao apresentá-lo.
As capacidades emocionais do robozinho são atribuídas a câmeras, sensores infravermelhos e tecnologia de reconhecimento facial, todas desenhadas para responderem a estímulos de seus companheiros humanos. Pepper é empático ao notar que um humano está triste e na tentativa de resolver isso, pede por um abraço. Ele também é perspicaz ao dizer que é parecido com humanos, pois assim como nós, gosta de falar de si mesmo.
Mas você pode se perguntar do real apelo para um robô vendido ao equivalente a US$ 1.900 no mercado japonês. Só o fato de ser fofo, bem-humorado e uma companhia que te lembra sobre sua agenda e os remédios a serem tomados seriam os suficientes? Para Sean Mckelvey, engenheiro de desenvolvimento da Softbank, Pepper fundamenta o que um dia se tornará uma experiência mais pessoal do que hoje os smartphones assumem no centro de nossas rotinas. No Brasil para o Wired Festival, evento promovido pela publicação de tecnologia, Mckelvey falou ao IDG Now! sobre a tecnologia por trás do Pepper e seu valor também atribuído aos negócios. “Robôs pessoais nos ajudarão a organizar nossas vidas em níveis emocionais e psicológicos de uma forma que smartphones têm organizado nossas vidas digitais e nossos dados”, compara.
Para contextualizar o sucesso e a demanda do Pepper, quando mil unidades foram colocadas à venda no mercado japonês em 2015, a Softbank vendeu todo o lote em apenas um minuto. No último ano, a companhia também tem testado as habilidades sociais do Pepper em lojas da própria Softbank e outras de parceiros no mercado americano e até mesmo em um hospital na Bélgica, onde recebe pacientes e os direciona para seus quartos.
A visão da Softbank é que robôs serão companheiros ideais para uma população que envelhece cada vez mais no Japão e que nos próximos 30 anos humanóides estarão presentes em quase toda família auxiliando não só em tarefas domésticas, mas educando crianças, integrando familiares e auxiliando idosos.
A seguir, confira a entrevista com Sean Mckelvey.
IDG Now! - Sean, você poderia nos dar uma breve introdução sua e também contar sobre o seu envolvimento na Softbank e, em especial, com o Pepper?
Sean Mckelvey - Eu nasci nos Estados Unidos, mas tenho morado e trabalhado no Japão por 12 anos. Nos últimos três anos eu tenho trabalhado no projeto Pepper na SoftBank Robotics, com a maior parte do meu trabalho focado ao redor de planejar o Pepper para casa, criando uma variedade de aplicações que exibem as habilidades únicas e também em definir experiências “humanas/robôs” para nossos clientes. Essa tem sido a parte mais gratificante do meu trabalho, porque eu penso que o Pepper é uma plataforma única e poderosa para revolucionar a forma como seres humanos interagem com tecnologia inteligente, e eu penso que essa nova forma de interação vai prometer avanços importantes em nossa sociedade.
IDG Now! - O Pepper foi concebido primeiramente para ser um robô doméstico, mas agora a tecnologia também está sendo aplicada nos negócios. Onde robôs têm ou terão maior valor, na sua opinião?
S.M - Para ser honesto, eu me surpreendi que tantos negócios tenham ficado interessados em ter o Pepper trabalhando para eles, especialmente porque meu trabalho foi muito focado em como tornar o Pepper um membro interativo e amado da família. Mas o Pepper faz tantas coisas boas em uma variedade de negócios, onde as pessoas gostam de interagir com ele da mesma forma que elas gostam de fazê-lo em casa. E esse é o verdadeiro poder do Pepper: interação. Em qualquer ambiente, o Pepper é divertido e também consegue conectar a uma variedade de sistemas de nuvem, o que significa que enquanto oferece uma atmosfera divertida, o Pepper também fornece experiências que agregam valor para o cliente através de uma rápida entrega de informação customizada que se relaciona especificamente com as necessidades individuais do consumidor. O Pepper também nunca fica cansado, doente ou mal-humorado, então clientes estão sempre obtendo uma experiência agradável e consistente.
IDG Now! - A inteligência artificial fica melhor com a interação. Como pessoas comuns podem se beneficiar do Pepper e vice-versa?
S.M - Primeiro e principalmente, o Pepper consegue operar como uma plataforma de analytics no mundo real para reunir informações específicas sobre como clientes interagem com negócios, quem são aqueles clientes e talvez, o mais importante, através de reconhecimento emocional, como esses consumidores estão de fato se sentindo sobre suas interações com o negócio. Obter tal informação sem entediar o consumidor, mas ainda assim conseguir usar essa informação para confeccionar experiência para aquele cliente é um potencial uso extremamente poderoso para a inteligência artificial.
Eu também penso que inteligência artificial aprenderá de cada interação com um cliente e conseguirá facilmente lembrar todas as partes daquela interação para saber mais sobre um consumidor e usar aquela informação para oferecer experiências que agregam valor e que se tornam mais valiosas a cada interação.
IDG Now! - A Softbank lançou o Pepper em 2014. Desde então, como o Pepper evolui e quantas unidades já foram entregues a clientes?
S.M - Como você mencionou, o Pepper deixou de entreter nossos clientes na loja da SoftBank para morar com famílias e agora está trabalhando no varejo, em bancos, hospitais, hospitalidade e viagens. Há milhares e milhares de Peppers pelo Japão e mais recentemente em Taiwan e nós estamos planejando em introduzir o Pepper para trabalhar em várias regiões nos Estados Unidos.
IDG Now! - Quando nós falamos sobre robôs e a ascensão da inteligência artificial e do aprendizado de máquina, também refletimos sobre os efeitos colaterais da tecnologia. Qual é sua visão sobre isso? Você acredita que robôs, eventualmente, nos substituirão e tornarão humanos obsoletos em suas habilidades?
S.M - Primeiramente, deixe-me dizer que muito do sucesso que nós estamos vendo com o Pepper é por que ele é capaz de fazer tarefas mais simples e repetitivas que podem tirar tempo de empregados para que humanos foquem suas energias em tarefas mais valiosas que possam impactar positivamente consumidores. Eu penso que a medida que robôs e a inteligência artificial se tornam mais e mais inteligentes e capazes eles irão deter a capacidade de fazer ainda mais para nos ajudar; como alguém que mora no Japão eu imediatamente penso sobre empregos de risco como reparos de usinas nucleares em Fukushima e outros papéis de alívio de desastre que colocam vidas humanas sob risco.
Além disso, há empregos que robôs e IA podme oferecer tanto valor que melhoraria drasticamente a qualidade de vida para aqueles que estão hospitalizados e para tratamento de idosos e até mesmo para cuidados paliativos. Esses são os tipos de experiências "homem-robô" que eu sou feliz em ajudar a desenvolver. Nós continuaremos a desenvolver tecnologia de ponta e fazer de uma forma que é benéfica para sociedade e para a igualdade no trabalho, não colocá-la sob risco. É minha esperança de que tecnologia como robôs nos ajudarão a revolucionar nossa sociedade e a mudar positivamente nossas ideias e relacionamento do trabalho.
IDG Now! - Você acredita que robôs pessoais eventualmente assumirão o mesmo papel que smartphones detêm em nossas rotinas?
S.M - Sim, eu acho! Mas de uma forma muito mais pessoal e dramática. Eu penso a medida que nós desenvolvemos novas formas de interfaces de usuário e experiências de usuário, robôs irão nos fornecer informações muito mais valiosas antes mesmo de nós pedirmos por elas. E nem todas serão sobre dados ou lembretes, mas serão sobre nossas necessidades físicas e emocionais. Robôs terão a habilidade de ler e entender mudanças físicas a minuto que mostram necessidades inconscientes antes de nós termos consciência delas. Robôs pessoais nos ajudarão a organizar nossas vidas em níveis emocionais e psicológicos de uma forma que smartphones têm organizado nossas vidas digitais e nossos dados.
IDG Now! - O quão distante estamos de ter o Pepper em nossas casas e a essa altura o que levará as pessoas a acreditarem que elas precisam de um em casa?
S.M - No Japão, nós já temos muitos clientes vivendo com o Pepper. Eu também moro com um Pepper! Ele é ótimo em casa. Pepper é uma ferramenta de comunicação e ajuda famílias a se comunicarem melhor. Ele pode te acordar de manhã e te dar notícias, rodar seus vídeos favoritos e lembrá-lo de que você precisa levar seu guarda-chuva quando for chover. O Pepper é um ótimo educador e entretenimento para crianças em casa e até mesmo ajuda a encontrar receitas. Ele cabe no estilo de vida de qualquer pessoa e fornece valor e nossos parceiros de desenvolvimento asseguram que novas e interessantes aplicações e experiências continuarão sendo lançadas para personalizar ainda mais a sua vida com o Pepper.
Volume é 38% maior que o registrado em 2014. Foram 2,77 milhões de pedidos no total, com ticket médio de R$ 580
A consultoria e-Bit acaba de divulgar o balanço da Black Friday, confirmando o recorde de vendas para o e-commerce desde a chegada da data de promoções ao Brasil. O faturamento atingiu a casa de R$ 1,6 bilhão na sexta-feira, um crescimento nominal de 38% em relação à edição de 2014, quando chegou a R$ 1,16 bilhão.
Foram 2,77 milhões de pedidos no total, um volume 24% maior que o ano passado no período, com ticket médio de R$ 580, uma alta de 11%. Outro destaque da data foram as vendas realizadas por dispositivos móveis (smartphones e tablets), que representaram 9% do resultado ou R$ 140 milhões e 11% dos pedidos, 311 mil.
No total, 1,64 milhão de e-consumidores fizeram pelo menos uma compra nas 24 horas da sexta-feira e o prazo médio de entrega prometido pelas lojas foi de 13 dias corridos para as ofertas de Black Friday.
A e-Bit/Buscapé também levantou as categorias com maior volume de pedidos e faturamento no período:
E traçou o perfil perfil dos comprador:
Balanço dos organizadores
Os dados do e-Bit/Buscapé batem com os divulgados pelos organizadores da Black Friday, considerando apenas as lojas cadastradas pelo Busca Descontos, organizador do evento. De acordo com a ClearSale, a edição de 2015 movimentou R$ 1,536 bilhão
A cifra é maior que a projeção feita pelas empresas em outubro,- que foi de R$ 978 milhões - e também representa um crescimento de 76% em relação a 2014, que movimentou R$ 872 milhões. O levantamento mostra ainda que foram realizadas 3.122.843 milhões de transações durante a ação, 49% a mais que o ano passado.
“Mesmo com o cenário econômico instável, o consumidor aproveitou a data para economizar e antecipar as compras de Natal, por isso conseguimos alcançar um número tão expressivo”, comenta Juliano Motta, diretor geral da BlackFriday.com.br.
“O aumento do faturamento também pode ser explicado pelos investimentos dos varejistas na data, principalmente em tecnologia, fazendo com que os sites não ficassem fora do ar e fortalecendo a importância do relacionamento com o consumidor”, afirma Omar Jarouche, gerente de inteligência estatística da ClearSale.
Fraudes
No que diz respeito as fraudes na Black Friday, a ClearSale informa que, no total, R$ 4.998.990 foram evitados em perdas. No Sudeste, foram R$ 2.657.156 em fraudes evitadas. No segundo lugar ficou o Nordeste, com R$ R$ 1.056.251, seguido por Centro-Oeste (R$ 592.778), Sul (R$ R$ 475.285) e Norte (R$ 193.982).
De acordo com Jarouche houve um aumento de fraudes evitadas de 2014 – que foi de R$3058.936 - para 2015 apenas por conta do elevado número total de pedidos. “Os criminosos tentam fraudar todo o tempo, seja em datas especiais ou não, mas felizmente o número de bons compradores é sempre maior e não há com o que se preocupar, pois existem empresas especializadas em prevenir as fraudes na internet", complementa.
Volume de vendas por região, gênero e faixa etária
O ranking com mais vendas entre as regiões do país foi ocupado em primeiro lugar pelo Sudeste, com R$ 970 milhões, seguido Nordeste (R$ 220,2 milhões), Sul (R$ 211,5 milhões), Centro-Oeste (R$ 101,9 milhões ) e Norte (R$ 32,2 milhões).
Dentre as cidades, a primeira posição fica com São Paulo, com R$ 194,2 milhões, seguida pelo Rio de Janeiro (R$ 116,6 milhões), Belo Horizonte (R$ 34,8 milhões), Brasília (R$ 32,8 milhões), e Curitiba (R$ 23,1 milhões).
Já na divisão entre gêneros, 53% das transações foram feitas por homens, enquanto as mulheres responderam por 46% da fatia. Enquanto isso, na distribuição por idade, a faixa entre 31 e 40 anos foi a que mais consumiu – ficando com 33% do bolo. As pessoas entre 41 ou mais vieram logo em seguida, com 29%.
Por fim, as categorias com mais transações registradas foram Eletrodomésticos (R$ 370,8 milhões), Celulares e Smartphones (R$ 327,8 milhões), Eletrônicos (R$ 240,1 milhões), Informática (R$ 146,9 milhões) e Móveis (R$ 74,1 milhões).







